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Hack for Good volta com Techfugees e procura soluções para refugiados

Hack for Good 2017 conta com parcerias da Techfugees Portugal e do CNAI. Fotografia: Fundação Calouste Gulbenkian
Hack for Good 2017 conta com parcerias da Techfugees Portugal e do CNAI. Fotografia: Fundação Calouste Gulbenkian

No Hack for Good de 2017 serão desenvolvidos cinco tipos de soluções para ajudar a lidar com a crise dos refugiados

A Fundação Calouste Gulbenkian vai voltar a organizar a maratona de programação Hack for Good. Dias 24 e 25 de junho, equipas com programadores, gestores, criativos, entre outros, vão procurar soluções para a crise dos refugiados. Por causa disso, a Gulbenkian convidou a organização Techfugees Portugal.

“A Gulbenkian já queria repetir o evento. Decidiram, este ano, apostar num tema atual, como o dos refugiados, e fomos convidados”, conta Inês Santos Silva, da equipa da Techfugees Portugal, ao Dinheiro Vivo. A Techfugees vai dar apoio sobretudo ao nível do conteúdo e poderá contribuir com “mentores técnicos e mentores que estão no terreno”, a acompanhar a situação dos refugiados.

Na Hack for Good de 2017 serão desenvolvidos cinco tipos de soluções: nas áreas das infraestruturas (conectividade e acesso à internet), identidade (reconhecimento de diplomas e documentação), inclusão (integração dos refugiados nas comunidades de acolhimento), educação (formal e não formal) e saúde.

Durante a maratona de programação, as equipas – constituídas por entre três e cinco elementos e que terão de estar formadas antes do Hack for Good – serão acompanhadas por mentores e terão direito às refeições, acesso a equipamentos e rede Wi-Fi. Terão de trazer os próprios computadores.

A Hack for Good conta ainda com uma parceria com o Centro Nacional de Apoio ao Migrante (CNAI) para “dar continuidade ao trabalho realizado após o Hack for Good” e que para que soluções “sejam aplicadas no mundo real”, refere Inês Santos Silva.

As inscrições para a Hack for Good de 2017 podem ser feitas através desta página até 20 de maio.

Lançada em novembro de 2016, num evento paralelo à Web Summit, a Techfugees Portugal está a promover encontros (meetup) em várias cidades nacionais. O próximo encontro será a 20 de abril em Braga, seguindo-se Covilhã e Lisboa.

Lançada a nível mundial em setembro de 2015 pelo jornalista Mike Butcher, a Techfugees pretende mobilizar a comunidade empreendedora para apresentar soluções para pessoas que lidem com os refugiados.

A primeira edição da maratona Hack for Good foi ganha pela plataforma Cuidar-e, que apresentou uma solução para “facilitar a vida aos cuidadores informais, ajudando-os na gestão das tarefas e demais compromissos que tenham com os idosos”.

(Notícia corrigida às 17h35 – A Techfugees foi lançada a nível mundial em setembro de 2015 e não em 2016 como escrito na primeira versão do artigo)

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