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Infraspeak pretende entrar nos Estados Unidos em 2017

Filipe Ávila da Costa e Luis Martins, fundadores da Infraspeak. Fotografia: Leonel de Castro  / Global Imagens
Filipe Ávila da Costa e Luis Martins, fundadores da Infraspeak. Fotografia: Leonel de Castro / Global Imagens

Infraspeak passou a gerir, em 2016, a manutenção de mais de 2500 edifícios e de 70 000 equipamentos de 42 clientes de Portugal, Angola e Brasil

A Infraspeak, uma startup que desenvolve uma plataforma de gestão de manutenção, pretende entrar no mercado norte-americano em 2017. Esta é a ambição da empresa criada por Felipe Ávila da Costa e Luís Martins e que obteve receitas de mais de 140 mil euros em 2016.

“Em 2017 temos em mira chegar aos Estados Unidos e a novos mercados europeus, pelo que o crescimento da equipa e a expansão do produto para áreas disruptivas como a Internet of Things (IoT) e Big Data serão uma prioridade de investimento”, assinala Luís Martins, responsável tecnológico, em nota a que o Dinheiro Vivo teve acesso.

A Infraspeak passou a gerir, em 2016, a manutenção de mais de 2500 edifícios e de 70 000 equipamentos de 42 clientes de Portugal, Angola e Brasil. Os hotéis Vila Galé, Intercontinental, Four Views e Holiday Inn Express são alguns dos principais clientes desta startup, que também tem trabalhado com a Siemens.

Com uma equipa de 11 pessoas, esta startup está sedeada no Porto, no edifício da Founders Founders. Em julho recebeu o primeiro investimento (pre-seed), da Caixa Capital, a sociedade de capital de risco do banco público. A Caixa Capital terá investido cerca de 125 mil dólares (cerca de 113 mil euros) nesta startup. A Infraspeak, uma das finalistas do Prémio Inovação NOS em 2015, esteve ainda no programa de aceleração 500 Startups, que decorre em Silicon Valley.

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