Inspire-se. 12 negócios de sucesso no Shark Tank norte-americano

Scrub Daddy é uma das ideias de maior sucesso de Shark Tank
Scrub Daddy é uma das ideias de maior sucesso de Shark Tank

A <a href="https://sharktank.pt/" target="_blank">versão portuguesa de Shark Tank</a> passa aos sábados à noite na SIC. A sua missão passa por descobrir e financiar boas ideias e negócios de sucesso, mas por cá, à 8.ª edição, ainda é cedo para saber se serão casos de sucesso. O mesmo não acontece nos Estados Unidos, onde o programa já conta com seis edições e centenas de casos de sucesso.

Entre as centenas de apresentações, uma mais bem sucedidas do que outras, a Business Insider escolheu 12 histórias de sucesso até à edição seis de Shark Tank. Para tal, teve em consideração o volume de vendas dos negócios antes e depois de aparecerem no programa da ABC. Leia também os 7 conselhos da “tubarão” Lori Greiner, conhecida como “rainha do QVC”, para fazer uma apresentação perfeita.

1. Scrub Daddy. Uma esponja para lavar a loiça, com uma cara sorridente. Parece simples, mas a ideia apresentada por Aaron Krause na temporada 4 virou coisa séria ao fazer furor entre os tubarões. Mas foi Lori Greiner que levou a melhor, tendo investido 200 mil dólares (177,4 mil euros), em troca de 20% da empresa. A esponja sorridente passou de vendas na ordem dos 100 mil dólares (89 mil euros), para 18 milhões em dólares (16 milhões de euros), graças ao canal QVC, mas também às lojas Bed Bath & Beyond e Wal-Mart.

2. Lollacup.Criado por marido e mulher, Mark e Hanna Lim, este negócio surgiu na edição 3 do programa, como uma alternativa aos copos de palhinha para bebé e com a vantagem de não ser feito em materiais tóxicos. Mark Cuban e Robert Herjavec juntaram-se para investir 100 mil dólares (89,2 mil euros) em troca de uma participação de 40%. Depois disto, a empresa faturou mais de 1 milhão de dólares (887 mil euros), fazendo do Lollacup um dos mais produtos de maior sucesso do programa.

3. Wicked Good Cupcakes. A dupla mãe-filha Danielle Vilagie e Tracey Noonan, de Boston, lançou uma empresa que faz cupcakes dentro de um frasco. Na edição 4, fizeram negócio com o “tubarão” Kevin O’Leary, que investiu 75 mil dólares (67 mil euros) em direitos em vez de comprar participação. O’Leary recebia 1 dólar por cada cupcake vendido até o “empréstimo” estar pago, passado a 50 cêntimos. Depois de aparecer no programa, a empresa expandiu-se para novas instalações em várias zonas do país, o que fez prever 3 milhões de dólares (2,6 milhões de euros), em vendas no final de 2014.

4. Simple Sugars. Lani Lazzari tinha apenas 18 anos quando levou o negócio de cosmética sem químicos, na temporada 4 de Shark Tank. A apresentação foi tão convincente que Mark Cuban investiu 100 mil dólares em troca de uma participação de 33%. Nas 24 horas a seguir ao programa, as vendas da empresa dispararam de 50 mil dólares para 220 mil, e para 1 milhão de dólares nas seis semanas seguintes. Atualmente, a marca está em mais de 700 pontos de venda no mercado local e internacional. Para 2014, a empresa previa vendas de 3 milhões de dólares (2,6 milhões de euros).

5. Chord Buddy. Travis Perry inventou um dispositivo para a sua filha, mas que ajuda os principiantes a aprender a tocar guitarra. Na temporada 3, chegou a acordo com Herjavec que investiu 175 mil dólares (156 mil euros) em troca de uma participação de 20% na empresa. O tubarão conseguiu que John Rich fosse a cara do produto, o que fez aumentar as vendas para 2 milhões de dólares (1,8 milhões de euros) em 2014.

6. BuggyBeds. O negócio que consiste num produto que apanha pulgas, caraças e piolhos, entre outros parasitas, antes que se tornem pragas foi apresentado na temporada 4 do programa, por Maria Cursio e Veronica Perlongo, tendo arrebatado o investimento dos quatro tubarões. O’Leary, Herjavec, Cuban, Daymond e Barbara Corcoran investiram 250 mil dólares (223 mil euros), em troca de uma participação de 25%. O produto foi colocada à venda na Home Depot e Burlington Coat Factory e distribuído em 23 países e, em meses, as vendas subiram até 1,2 milhões de dólares (1 milhão de euros).

7. Cousins Maine Lobster. Dois primos do Main, Sabin Lomac e Jim Tselikis trabalhavam com lagostas e lembraram-se de fazer um negócio de venda das ditas na Califórnia, através de uma caravana. Os tubarões desconfiaram, por ser um negócio fácil de copiar, mas Barbara Corcoran acreditou e investiu 55 mil dólares (49 mil euros), em troca de 15% da empresa. Depois disto a empresa faturou 700 mil dólares (625 mil euros). No final de 2014, a empresa, que se expandiu através de franchise, faturava 3,5 milhões de dólares (3,1 milhões de euros).

8. Ten Thirty One Productions. Esta produtora de eventos de terror conseguiu de Mark Cuban, na temporada 5, o maior investimento até então: 2 milhões de dólares (1,8 milhões de euros) por uma quota de 20%. Melissa Carbone usou o dinheiro para tornar o negócio nacional, enquanto Cuban assegurou a venda dos bilhetes dos espetáculos através do site Live Nation. Empresa estava à beira de alcançar os 3 milhões de dólares em vendas, no final de 2014.

9. Mission Belt Co. O empreendedor Nate Holzapfel apresentou a sua ideia na 4.ª temporada com uma curiosidade: parte do dinheiro que fizesse com a venda deste cinto sem furos iria para fins solidários. O especialista em moda Daymond John investiu 50 mil dólares (44,6 mil euros) em troca de 37,5% da empresa. As vendas dispararam de 180 mil dólares para 1 milhões, nos meses seguintes.

10. Breathmeter. Charles Yim apresentou, na temporada 5 de Shark Tank, um aparelho de medição de álcool através do hálito, controlado via smartphone. Os tubarões Cuban, O’Leary John, Herjavec e Lori Greiner investiram 650 mil dólares (580 mil euros), em 30% da empresa. A seguir, o empreendedor conseguiu um investimento de 2 milhões de dólares da Cleveland Clinic, que permitiu desenvolver a portabilidade do produto. No final de 2014, previa uma faturação de 10 milhões de dólares (8,9 milhões de euros).

11. ReadRest. Um clip magnético que segura os óculos foi apresentado na temporada 3 por Rick Hopper. Lori Greiner viu ali um excelente produto para vender no canal de vendas QVC e investiu 150 mil dólares, em troca de 65% da empresa. Foi um sucesso, e no final de 2014 a empresa tinha uma faturação de 8 milhões de dólares (7 milhões de euros).

12. GrooveBook. Brian e Julie Whiteman, casados, foram ao programa na temporada 3, para apresentar este serviço de fotografia por subscrição. Cada utilizador paga 2,99 dólares (2,6 euros) por mês para “armazenar” ou criar álbuns com fotografias tiradas com o smartphone. Cuban e O’Leary investiram 150 mil dólares por 80% dos lucros do licenciamento. A seguir ao programa e empresa ganhou 50 mil subscritores e esperava faturar 14,5 milhões de dólares (12,8 milhões de euros), no final de 2014.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
João Leão e Mário Centeno. Foto: Tiago Petinga/Lusa

Governo impõe aumento de 0,3% na função pública. Impacto pode ser de 70 milhões.

João Leão e Mário Centeno. Foto: Tiago Petinga/Lusa

Governo impõe aumento de 0,3% na função pública. Impacto pode ser de 70 milhões.

Christine Lagarde, presidente do BCE. Fotografia: REUTERS/Johanna Geron

Lagarde corta crescimento da zona euro para apenas 1,1% em 2020

Outros conteúdos GMG
Inspire-se. 12 negócios de sucesso no Shark Tank norte-americano