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Josefinas põe à venda as sabrinas mais caras do mundo

Josefinas Sal Azul Persa são adornadas com uma joia de ouro e topázio azuis, criada à mão por mestres joalheiros portugueses.
Josefinas pôs hoje à venda as sabrinas mais caras do mundo, a joia da coroa e o último modelo da coleção Mil e Uma noites, apresentada na semana passada."> Josefinas Sal Azul Persa são adornadas com uma joia de ouro e topázio azuis, criada à mão por mestres joalheiros portugueses.

São as sabrinas mais caras do mundo e são portuguesas. A marca de sabrinas Josefinas pôs hoje à venda as sabrinas mais caras do mundo, a joia da coroa e o último modelo da coleção Mil e Uma noites, apresentada na semana passada.

Com solas e palmilhas em pele natural, as Josefinas Sal Azul Persa são adornadas com uma joia de ouro e topázio azuis, criada à mão por mestres joalheiros portugueses. “São mais uma forma de fazermos, através de coisas simples, coisas extraordinárias”, explica Maria Cunha, uma das fundadoras da marca, ao Dinheiro Vivo.

O lançamento destas sabrinas, que custam 3369 euros, é mais um dos passos que integram a estratégia da empresa, criada em 2013.

Leia mais: Josefinas, o colo da avó num par de sabrinas

O modelo, inspirado “na rareza e beleza do sal azul persa recolhido apenas no Irão”, pode viajar para todo o mundo dentro de uma caixa “digna de joia”. No entanto, Maria confessa: “Gostava que o primeiro par vendido fosse comprado por portugueses. Provavelmente haverá pessoas que não vão compreender mas queremos continuar a fazer de cada peça uma joia. Cada par de sabrinas é muito mais do que apenas um par de sabrinas: é um manifesto de homenagem aos sapatos feitos à mão.”

Criada há dois anos, o mercado internacional assegura cerca de 30% das vendas da Josefinas. Estados Unidos, Austrália, Canadá e Reino Unido são os mercados mais importantes a seguir a Portugal.

A estratégia de crescimento continuará a passar pelo mercado externo onde os modelos “bege Verão” e “Rainha de Copas” são os maiores sucessos de vendas. A garantia de que a estratégia de desenvolvimento de coleções mais exclusivas a par dos modelos clássicos dá frutos. “Vamos continuar a demonstrar a nossa capacidade de inovar numa sabrina”, assegura Maria.

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