Atomico

Lisboa entre as cidades mais atrativas para fundar startups

Hub Criativo do Beato será um dos maiores hubs de incubação de startups da Europa. Fotografia: Filipa Bernardo/ Global Imagens
Hub Criativo do Beato será um dos maiores hubs de incubação de startups da Europa. Fotografia: Filipa Bernardo/ Global Imagens

Londres é a cidade mais atrativa da Europa para fundar uma startup

Lisboa é uma das cidades preferidas na Europa para abrir uma startup. A capital portuguesa surge no oitavo lugar da lista elaborada pela sociedade de capital de risco Atomico – que investiu em 2015 na Uniplaces – no relatório “State of European Tech”, apresentado esta quinta-feira no evento tecnológico Slush, em Helsínquia, Finlândia.

“Esta cidade consegue equilibrar a oportunidade profissional e a qualidade de vida. Quando esses dois elementos se encontram e combinam-se, há um efeito magnético incrível para as pessoas talentosas, que veem Lisboa agora como viam capitais tecnológicas como Berlim há três ou cinco anos”, assinala o autor do estudo, Tom Wehmeier, em respostas por escrito ao Dinheiro Vivo.

A capital portuguesa perdeu três lugares em comparação com o ranking de 2016. Lisboa deixou-se ultrapassar por cidades como Dublin e Estocolmo, mas ainda está à frente de Munique e Milão. A lista é liderada por Londres, que ultrapassou Berlim.

21% dos fundadores de startups escolhe a Europa para criar o seu negócio fora do seu país de origem. O acesso ao talento, a facilidade e custo de fazer negócio e o acesso a financiamento são os três fatores que mais influenciam a escolha do continente europeu para criar um negócio.

A Atomico elaborou pela terceira vez o estudo “State of European Tech”, recorrendo a uma amostra de 3500 membros da comunidade tecnológica na Europa.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Mário Centeno ladeado pelos representantes dos dois maiores credores de Portugal: Pierre Moscovici (Comissão) e Klaus Regling (ESM). Fotografia: EPA/JULIEN WARNAND

Centeno usa verbas da almofada de segurança para pagar aos credores europeus

Paulo Fernandes lidera o grupo Cofina. (Carlos Manuel Martins/Global Imagens)

Foto: Arquivo

Cofina quer TVI sem remédios

Paulo Fernandes lidera o grupo Cofina. (Carlos Manuel Martins/Global Imagens)

Foto: Arquivo

Cofina quer TVI sem remédios

Outros conteúdos GMG
Lisboa entre as cidades mais atrativas para fundar startups