Fazedores

Menos de 30 e já criaram o seu negócio

pessoas que sabem o que fazem
pessoas que sabem o que fazem

São jovens, têm formação superior e outra coisa em comum: criaram os próprios negócios sem que estes tenham necessariamente que estar relacionados com as áreas que estudaram.

Mariana Delgado e Rita Soares, de 26 e 25 anos, tiveram a
ideia na viagem de finalistas e pouparam dinheiro para conseguirem
lançar a própria linha de biquínis. As duas amigas, licenciadas em arquitetura, achavam que a área para a
qual tinham estudado não oferecia todas as oportunidades que desejavam.
Em 2011 criaram a primeira coleção
Primavera/Verão de biquinis. No inverno o negócio cresceu para outra
coleção de tops e camisas. O investimento está a ser um sucesso. A Cantê
nasceu
há menos de um ano e é prova de que os biquínis não vêm só do Brasil.

Miguel Tojal também estudou arquitectura. O curso é uma mais-valia, mas o
gosto pelos cocktails fê-lo arriscar e criar a própria empresa, depois de ter feito alguns cursos. Organiza festas privadas e tem marcado presença em festivais. O preço por pessoa varia com a diversidade e o tipo de bebidas.

Os percursos de João Villar, 27, e Pedro Vidigal, 26, são semelhantes. João estudou design e desafiou o amigo a apostar numa empresa de ‘vending’ à porta dos prédios residenciais. O conceito, novo em Portugal, surgiu de uma ideia que teve no período em que viveu na Estónia, ao abrigo do programa Erasmus. João e Pedro investiram 2500 euros cada na empresa Miss Shop que arrancou no início deste ano.

Foi também à procura de um novo conceito no mercado português que Miguel Amaral, Joel Carvalho e Miguel Araújo investiam 4500euro no primeiro trabalho da ACAdivulgue. Os três engenheiros e bolseiros juntaram-se ao informático Tiago Marques, 23 anos, para criarem um mecanismo que permite opinar sobre uma exposição (ou qualquer outra mostra de produtos) ao mesmo tempo que se visita o local, através de um botão de ‘like’ (à semelhança do mecanismo do Facebook).

Diana Coelho nasceu em Lisboa e estudou Arquitectura, mas desistiu dois anos depois de entrar na Faculdade de Arquitectura da capital portuguesa: decidiu que queria estudar joalharia. Considerou Nova Iorque, mas as despesas seriam incomportáveis. Por isso, aos 21 anos mudou-se para Londres. “Podia juntar a oportunidade de aprender inglês, viver numa cidade estrangeira e estudar joalharia.” Aos 26 anos, está neste momento a colher os frutos do trabalho que tem desenvolvido como designer de jóias e acessórios.

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