Fazedores

Mercadona cria incubadora e procura startups portuguesas

2 de Julho de 2019 - abertura primeira loja da Mercadona em Portugal, em Canidelo, Gaia.
(Fábio Poço/Global Imagens)
2 de Julho de 2019 - abertura primeira loja da Mercadona em Portugal, em Canidelo, Gaia. (Fábio Poço/Global Imagens)

Grupo retalhista espanhol firmou parceria com Lanzadera. Programa de aceleração vai durar 11 meses e vai decorrer em Valência.

Depois de aqui chegar, a Mercadona não quer mesmo largar os portugueses. O grupo retalhista espanhol lançou um programa de incubação para encontrar novas ideias na área ambiental e da sustentabilidade. O programa Corporate, assim se designa, foi criado em parceria com a plataforma Lanzadera e mesmo as startups portuguesas podem concorrer.

Para que isso aconteça, as empresas portuguesas têm de registar-se em Espanha e, caso sejam selecionadas, “será necessário instalarem-se na Marina de Empresas, em Valência” durante 11 meses, explicou fonte oficial da Mercadona ao Dinheiro Vivo.

A retalhista espanhola procura novas ideias em cinco áreas: produtos saudáveis, poupança de energia, eliminação e gestão de plásticos, modelo de distribuição de distribuição urbana e gestão de resíduos.

As candidaturas para o programa Corporate estão abertas até dia 4 de novembro e poderão ser feitas através desta página. A Mercadona garante que não vai assumir qualquer participação acionista nas startups que forem admitidas neste programa mas assume que poder vir a comprar a solução que vier a ser desenvolvida ou então tornar-se num cliente.

A Mercadona abriu o primeiro supermercado fora de Espanha no dia 2 de julho. Portugal foi o país escolhido para o arranque da internacionalização do grupo sediado em Valência. Até ao final deste ano, a Mercadona vai ter 10 supermercados em território português.

Leia mais: Canidelo diz Olá Mercadona e cadeia espanhola Hola a Portugal

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Fotografia: José Carmo/Global Imagens

ISEG estima queda do PIB entre 8% e 10% este ano

António Mota, fundador da Mota-Engil. Fotografia: D.R.

Mota-Engil é a única portuguesa entre as 100 maiores cotadas do setor

António Rios Amorim, CEO da Corticeira Amorim. Fotografia: Tony Dias/Global Imagens

Lucros da Corticeira Amorim caíram 15,1% para 34,3 milhões no primeiro semestre

Mercadona cria incubadora e procura startups portuguesas