Pagar com MB Way e marcar por mensagem. Plataforma portuguesa ajuda negócios locais

Cabeleireiros, barbeiros, clínicas, serviços de estética, saúde e bem-estar são alguns dos negócios que podem beneficiar da plataforma BUK.

Milhares de pequenos negócios um pouco por todo o país podem ter a vida facilitada no arranque do segundo desconfinamento graças à BUK. Com esta plataforma web portuguesa, não é preciso instalar uma aplicação no telemóvel e permite aos consumidores fazerem marcações por mensagem através das redes sociais e pagar tudo por MB Way. Ou seja, cumprindo com as normas sanitárias para prevenir o contágio pelo coronavírus.

Cabeleireiros, barbeiros, clínicas, serviços de estética, saúde e bem-estar, fisioterapeutas e personal trainers são vários dos espaços a quem serve esta solução. Um proprietário de vários estabelecimentos, ou com uma equipa alargada, poderá gerir num só local todas as agendas e marcações para os diversos espaços sem ter de perder tempo em deslocações ou em chamadas para gestão de horários.

A BUK também previne o efeito de no-show. Para evitar que os clientes não apareçam, é enviada uma confirmação por cada marcação; na véspera, o consumidor recebe um e-mail ou uma mensagem no telemóvel para não se esquecer de aparecer ou desmarcar e dar o lugar a outra pessoa.

A plataforma também permite aos pequenos negócios atrair e fidelizar os atuais clientes: por exemplo, os proprietários dos estabelecimentos poderão enviar um e-mail automático depois de cada marcação, para que os seus clientes avaliem as experiências no Google Maps e, assim, colocar literalmente o negócio no mapa.

A versão gratuita desta solução é gratuita, pode ser usada por um trabalhador e permite gerir a agenda online e enviar lembretes pela internet; a versão paga custa 20 euros para o primeiro funcionário - mais 10 euros por cada colaborador que for adicionado - mas acrescenta funções como o acesso a estatísticas, o envio de lembretes por mensagem no telemóvel e a sincronização com o calendário do Google.

Nascida em 2019, a BUK teve, em 2020, um momento de montanha-russa: registou uma grande quebra de vendas durante o primeiro confinamento e foi necessário suspender as subscrições; assim que o país reabriu, as receitas da plataforma cresceram 260%, assinala um dos fundadores da empresa, André Moniz, citado em nota de imprensa.

Atualmente, a BUK conta com mais de 1500 empresas subscritoras e é responsável por mais de 50 mil marcações por mês. "Contamos que no próximo desconfinamento haja um aumento exponencial das marcações e que os nossos clientes atinjam um volume de negócios a rondar um milhão de euros", remata André Moniz.

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