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Portugal é bom para apostar em startups. Cinco investidores explicam porquê

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Portugal é bom para apostar em startups. Cinco investidores explicam porquê

O Dinheiro Vivo esteve no primeiro dia do LIS e falou com cinco investidores portugueses e internacionais sobre o seu papel nas startups.

200 investidores, 750 startups e 400 quadros de empresas estão juntos esta quarta e quinta-feira no Hub Criativo do Beato para mais uma edição do Lisbon Investment Summit (LIS). Organziado pela Beta-i, este é a maior conferência organizada por uma associação portuguesa para discutir todos os aspetos do financiamento das startups, desde a ideia até às maiores rondas, a partir da série A.

O Dinheiro Vivo esteve no primeiro dia do LIS e falou com cinco investidores portugueses e internacionais sobre o seu papel no financiamento das startups.

Leia aqui: Segredos e lições de investidores estrela

A qualificação dos engenheiros e o inglês acima da média são duas das características que mais ajudam as startups de Portugal. E a qualidade das ideias e das equipas são os factores mais importantes na avaliação destes investidores ao mercado.

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O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca (E), dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (2-E), do Orçamento, João Leão (2-D), e do Tesouro, Álvaro Novo (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Conheça as principais medidas do Orçamento do Estado para 2019

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (E), do Orçamento, João Leão (2-D), e o Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

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