Portuguese Women in Tech vencem maratona digital social da Gulbenkian

O projeto Cura, da plataforma PWIT, põe em contacto de forma anónima mulheres migrantes e médicos voluntários.

Durante este fim de semana, mais de 150 pessoas estiveram na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, à procura de uma solução digital para ajudar a resolver a crise dos refugiados. Foi a segunda edição do Hack for Good, a maratona social da instituição, que, este ano, foi vencida pela plataforma Portuguese Women in Tech (PWIT), com o projeto Cura.

A aplicação desenvolvida pela PWITC é uma plataforma que põe em contacto de forma anónima mulheres migrantes e médicos voluntários. As mulheres deixam as suas dúvidas clínicas e os médicos - neste momento estão já inscritos mais de 80 - escolhem quais as questões que querem responder.

"O nosso projeto mostra que não chega a tecnologia, são também precisas pessoas e vontade. Não são só os médicos que vão ajudar os migrantes, os migrantes também vão ajudar os médicos porque no meio desta crise, e com menos recursos para a saúde, são projetos como este que fazem os médicos acreditar na profissão que escolheram", afirmou Daniela Seixas, da Portuguese Women in Tech, ao aceitar o primeiro prémio.

O projeto vencedor levou para casa cinco mil euros, acesso direto ao programa de aceleração social do Montepio e ainda serviços da Microsoft, IBM e Syone. O primeiro lugar da edição do ano passado foi para a plataforma Cuidar-e, para ajudar os cuidadores na gestão de tarefas com idosos, da equipa My Flying Grandma.

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