Portugueses da Springkode vendem máscaras fabricadas em comunidade

Startup que liga a indústria têxtil diretamente ao consumidor através de portal na internet vende conjuntos de 10 máscaras para uso civil.

A startup Springkode colocou à venda conjuntos de 10 máscaras para uso civil e que protegem as pessoas contra o novo coronavírus. Estas máscaras são produzidas, em regime pro bono, por fábricas da comunidade desta plataforma que liga a indústria têxtil ao consumidor através de um portal na internet, estas máscaras, segundo a nota de imprensa divulgada esta quinta-feira.

Há dois conjuntos à venda, ambos por 19 euros: um com 10 máscaras descartáveis, com utilização máxima de 24 horas; e outro com três máscaras reutilizáveis e laváveis. As entregas são feitas no território português, em toda a União Europeia e no Reino Unido.

Este produto também reduz o consumo de material hospitalar pela população civil saudável, permitindo desta forma que este chegue em maior quantidade às equipas médicas e hospitalares.

"O uso de máscaras não-hospitalares como as que a Springkode está a vender é mais uma forma preventiva de cada um nós se proteger, para além dos cuidados de higiene reforçados que a OMS recomenda. Utilizando uma máscara não-hospitalar evitaremos muitos contactos com o nariz e boca e teremos uma barreira adicional entre nós e o meio ambiente”, destaca Reinaldo Moreira, líder da Springkode, citado em nota de imprensa.

Nascida em 2018, a Springkode já conta com mais de 15 fábricas parceiras na comunidade, que fabricam vestuário de alta qualidade a partir de excedentes de tecidos. Os produtos fabricados chegam diretamente a casa dos consumidores depois de uma encomenda na internet.

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