Aceleração

Protechting: 14 startups lutam por prémio de 10 mil euros e viagem à China

Fotografia: DR
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As startups selecionadas, além de terem acesso a workshops, têm direito a um pack de seguros e ao contacto com mentores nacionais e internacionais

Foram conhecidas esta terça-feira as 14 startups selecionadas para a fase de aceleração do programa Protechting, promovido pela Fosun e Fidelidade, em parceria com a Beta-i. Ao abrigo deste programa, os três melhores projetos podem ter acesso a um roadshow na China e há mesmo um prémio monetário de 10 mil euros para o vencedor.

Ciber risco, robot adviser, chat analytics, doenças crónicas, novos modelos de distribuição, telemedicina e customer analytics são as áreas de destaque na segunda edição deste programa.

As startups selecionadas, além de terem acesso a workshops, têm direito a um pack de seguros e ao contacto com mentores nacionais e internacionais. Stephan Morais (diretor executivo da Caixa Capital), Carlos Silva (cofundador e CEO da Seedrs), Isabel Vaz (CEO da Luz Saúde) e Vasco Pedro (CEO da Unbabel) são os primeiros nomes já anunciados.

Conheça abaixo as 14 startups selecionadas:

Amiko – Itália – Fundada em janeiro de 2015, esta startup desenvolve soluções digitais que apoiam os cuidados respiratórios, através da recolha de dados em como os pacientes utilizam os medicamentos. Com recurso a sensores avançados e mobile computing e grandes volumes de dados, pretende redesenhar este tipo de cuidados;

Bdeo – Espanha – Criada em setembro de 2015, a Bdeo é uma aplicação móvel que permite a peritagem em vídeo, ao ligar-se a um perito da empresa de seguros. Esta solução permite avaliar os dados causados em poucos minutos;

Coinscrap Finance – Espanha – Esta aplicação nasceu em maio de 2016 e arredonda cada compra feita com cartão de crédito ou de débito. O valor a mais é transferido para uma conta poupança;

ifileme – África do Sul – O projeto começou em março de 2014 é uma solução para partilhar e assinar documentos através da cloud, de forma segura;

Kuveda – Estados Unidos – Começou em 2014 e fornece a médicos e pacientes uma plataforma SaaS (software as a system) com grande volume de dados clínicas e que pode ajudar a tomar decisões em casos de cancros com perfil molecular único;

NeuroPsyCADPortugal – Oferece relatórios de risco personalizados para diversas patologias neuropsiquiátricas. Esta startup está a desenvolver este produto no Instituto de Biofísica e Engenharia Biomédica e no Instituto de Medicina Molecular;

PeekMed – Portugal – Esta startup começou em fevereiro de 2014 e fornece soluções pré-operatórias 3D para cirurgias ortopédicas. Desta forma, as cirurgias demoram menos tempo e com menores custos de esterilização;

RiskAppItália – Arrancou em julho de 2015 e tem ferramentas para que as seguradoras possam estimar o risco e consultar os clientes nas melhores práticas de subscreverem uma apólice. Isto é possível graças a um algoritmo, que calcula os riscos de perdas para as seguradoras;

Sandclaus TechChina – solução de Internet of Things para a indústria seguradora;

UpHillPortugal – resulta de um spinoff de um projeto desenvolvido na Universidade da Beira Interior, foi fundada na Covilhã por Luís Patrão, Duarte Sequeira e Eduardo Freire Rodrigues e desenvolve consultoria e software para melhorar os serviços de saúde nos hospitais. Uma das maiores inovações consiste num sistema para evitar erros clínicos;

Videobot XClaim – Irlanda – plataforma móvel de vídeo que permite aos bancos e seguradoras vender, gerir, e apoiar a resolução de queixas para seguro automóvel em termos de propriedade e de terceiros;

VisionX – Brasil – plataforma para distribuição de produtos na área dos seguros de forma mais eficiente, ao ligar seguradoras com empresas com portais de viagens ou imobiliárias;

Visor.ai – Portugal – Esta plataforma quer que as instituições oficiais passem a recorrer aos chatbots do Facebook Messenger para responder automaticamente às dúvidas dos cidadãos, poupando horas de trabalho aos funcionários;

WeSavvyIrlanda – plataforma seguradora digital que reúne e agrega dados do estilo de vida dos consumidores em aplicações, redes sociais e wearables, que depois podem ser usados, de forma preditiva, por empresas de serviços financeiros.

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