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SIBS. Exportar know-how português para todo o mundo

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SIBS. Exportar know-how português para todo o mundo

Empresa nacional está a replicar modelo de rede multibanco a nível internacional com conhecimento e mão-de-obra de engenheiros portugueses

Os relógios na parede do escritório marcam os ritmos dos mercados mais importantes. A SIBS International anda à velocidade das horas de Angola, Argélia, Moçambique, Polónia desde que, em 2010, criou a empresa exatamente com o foco dos mercados externos.

“Começámos, por acaso, em Angola, em 2002, ainda a empresa não tinha sido criada, porque nos procuraram. Rapidamente percebemos que tínhamos que criar uma empresa para abordar os mercados externos. Começámos na Roménia, depois na Polónia, com ATM”s e, apartir daí, foi uma procura de mercados interessantes”, esclarece Maria Antónia Saldanha, diretora de comunicação do grupo SIBS.

Com foco em cinco mercados principais, a SIBS International é o braço mais poliglota e flexível da portuguesa SIBS, conhecida pela rede ATM, de multibancos. Com vontade de internacionalizar o produto, tornando-o útil sem olhar a mercados e a países, a empresa criou o EPMS, sigla de Electronic Payment Management System, que é, em linhas gerais, um multibanco, só que adaptável a todos os países do mundo. “Trata-se de uma aplicação desenvolvida para mercados menos bancarizados, onde podíamos ajudar a população a ter acesso a serviços financeiros. Aquilo que os portugueses tanto valorizam e tanto gostam – o seu multibanco – criámo-lo igualmente para estes mercados.

No fundo, foi criar uma plataforma flexível e 100% escalável que permite ter um conjunto de serviços, como levantamentos ou pagamento nas lojas”, esclarece a responsável. Maria Antónia assegura que o conceito é completamente novo e conta com 100% de know how e mão de obra portuguesa. “Engenheiros portugueses e da SIBS. PIB nacional”, acrescenta.

O produto foi originalmente criado para o mercado de Angola em 2002. O que se seguiu à primeira experiência foi o desenvolvimento e aperfeiçoamento do produto, de forma a ser útil a mercados como Moçambique ou Argélia (desde junho de 2010) e Nigéria (desde abril de 2011), onde a empresa entrou de seguida. “Percebemos que podíamos ir aperfeiçoando o produto, tornando-o ainda mais modelar e mais adequado ao mercado onde estávamos. A inovação estava aí: em poder aperfeiçoá-lo e, ao mesmo tempo, personalizá-lo exatamente ao tipo de mercado.” Hoje, 50 dos 850 trabalhadores da equipa SIBS asseguram o braço internacional da empresa. A meta está traçada, assegura Maria Antónia Saldanha: “Por um lado, criar bem estar social. Por outro, construir uma rede de raiz. Chegando a estes países, ajudá-los e consolidar a nossa presença.”

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