empreendedorismo social

Speak quer ajudar imigrantes e refugiados na Europa a aprender línguas

Pedro Tunes, posa em estúdio com um globo terrestre.  É um dos responsáveis do Speak:  um programa linguístico e cultural em que qualquer pessoa se pode inscrever para aprender ou ensinar uma língua ou cultura, incluindo a do país onde reside. Fotografia: Reinaldo Rodrigues/Global Imagens
Pedro Tunes, posa em estúdio com um globo terrestre. É um dos responsáveis do Speak: um programa linguístico e cultural em que qualquer pessoa se pode inscrever para aprender ou ensinar uma língua ou cultura, incluindo a do país onde reside. Fotografia: Reinaldo Rodrigues/Global Imagens

Apesar de estar dedicada ao impacto social, este projeto procura a sustentabilidade financeira, mesmo com o modelo de franchising.

É uma nova etapa na vida do Speak: o projeto fundada em 2014 em Leiria quer ajudar os imigrantes e refugiados em mais cidades da Europa a aprender línguas. Isto será possível graças ao novo modelo de negócio desta organização, que vai expandir-se no Velho Continente através de franchising social. Além da criação de emprego, este modelo permite aumentar o impacto social do Speak.

Roterdão, Amesterdão, Bruxelas, Paris, Luxemburgo, Barcelona, Roma e Munique são as cidades europeias dadas como exemplos para ajudar a resolver o problema da exclusão social. Trata-se de locais com “elevada densidade populacional e percentagem de migrantes de mais de 15% da população”, justifica fonte oficial do Speak ao Dinheiro Vivo.

Apesar de estar dedicada ao impacto social, este projeto procura a sustentabilidade financeira, mesmo com o modelo de franchising. A venda de inscrições individuais ou em pacotes, os donativos e patrocínios de indivíduos ou organizações, os prémios e a publicidade são as fontes de receita que podem ser exploradas com este novo formato de negócio da Speak.

As equipas interessadas em abrir um escritório do Speak podem contar com o apoio tecnológico e formação da organização fundada por Hugo Menino Aguiar. Entre o início do processo de seleção e a abertura dos primeiros cursos de línguas vão passar quatro meses.

“Quem estiver interessado em levar o Speak para a sua cidade, trabalhará de perto com a nossa equipa, principalmente nos primeiros meses, para garantir que todo o know-how destes anos é passado para a pessoa e a mesma se sente acompanhada ao longo do caminho. Está definido um plano de formação inicial assim como reuniões semanais com um ponto de contacto da equipa, o nosso COO, Pedro Tunes e ocasionalmente com alguma outra área que seja relevante, como marketing e parcerias”, acrescenta a mesma fonte.
Fundado em 2014, o Speak presente em sete cidades portuguesas, em Madrid (Espanha), em Turim (Itália) e em Berlim (Alemanha). Para quebrar barreiras entre locais e migrantes, o SPEAK conta com cursos e eventos. Português, inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, árabe, mandarim e russo são alguns dos idiomas. As inscrições são feitas exclusivamente na internet.
cursos com bases – apenas se fala na língua que está a ser ensinada – e sem bases – são usadas outras línguas para aprender o básico. As sessões são geridas por duas pessoas (a que a empresa chama buddies), que partilham a língua e a cultura do país. É um sistema voluntário e a filtragem é feita conforme a motivação.
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