educação sexual

Startup norte-americana quer ensinar aos utilizadores a arte do ‘sexting’

Brianna Rader é a fundadora da Juicebox (foto: LinkedIn)
Brianna Rader é a fundadora da Juicebox (foto: LinkedIn)

A app Slutbot ainda não está disponível em Portugal.

Chama-se Slutbot e é a mais recente app desenvolvida pela Juicebox, uma startup norte-americana especializada em relacionamentos e sexualidade. Através da Slutbot, as pessoas entram num chatbot, onde podem praticar o envio de mensagens sexuais. Apesar de a empresa não recorrer ao uso da inteligência artificial, o objetivo é que a experiência seja o mais humanizada possível.

A app é gratuita, tanto para iOS como Androide, contudo ainda não está disponível em Portugal. Desenvolvida por especialistas em sexualidade e escritores de ficção erótica, os utilizadores têm de ter mais de 18 anos para usar a Slutbot, que foi capacitada para ajudar toda a gente, independentemente da idade, género, estado civil ou orientação sexual.

“O sexo é muito mais do que um ato físico. As pessoas querem estimular tanto o corpo como a mente e o dirty talk é uma excelente forma de o fazer”, explica num comunicado citado pela VentureBeat a CEO e fundadora Brianna Rader. “Os estudos mostram que 49% das pessoas recorrem ao sexting, sendo 70% na faixa etária 18-24″.

A Slutbot acaba por ser o filho mais novo da Juicebox que, em 2016, lançou a app em nome próprio – essa atualmente disponível para os utilizadores portugueses. Nesta aplicação, é possível esclarecer dúvidas de sexualidade com especialistas, partilhar histórias e experiências com a comunidade e ainda ter aconselhamento e acompanhamento individual, sendo que para desbloquear esta funcionalidade é preciso pagar.

A Juicebox pretende ser uma fonte de informação credível na área da saúde sexual, sendo direcionada ao público millennial, utilizando o canal que é mais natural para esta geração, explicou na altura do lançamento Brianna Rader. A norte-americana, originária do Tennessee e com 24 anos em 2016, percebeu que havia uma necessidade no mercado, uma vez que os jovens apenas recebiam educação sexual nas escolas, que seguiam metodologias muito antiquadas.

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