Startup Portugal fecha parceria em Nova Iorque para acelerar economia azul

A promotora do ecossistema de empreendedorismo nacional assume agora uma posição de liderança na Global Ocean Accelerator Network, uma rede facilitada pela ONU para acelerar a economia azul, através da cooperação entre universidades, aceleradoras, empresas e startups.

A Startup Portugal anunciou esta quinta-feira que formalizou, em Nova Iorque, juntamente com a Envisible e o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), a parceria previamente anunciada em junho, na Conferência dos Oceanos, em Lisboa, para integrar a liderança da Global Ocean Accelerator Network, uma rede facilitada pela ONU para acelerar a economia azul. O País, que já fazia parte da iniciativa desde o seu início, em 2019, reforça agora a sua colaboração, com a Startup Portugal na linha da frente.

O objetivo consiste em promover a cooperação entre universidades, aceleradoras, empresas e startups para o desenvolvimento e implementação de soluções de negócios específicas para o oceano e para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

"À medida que os nossos governos realizam ações públicas para apoiar os projetos desta economia, é fundamental ligarmos as organizações corporativas e privadas para também investirem nessas oportunidades, alavancando o seu potencial de crescimento em direção a um futuro mais sustentável, não dependente de recursos públicos", diz António Dias Martins, diretor executivo da Startup Portugal, citado em comunicado.

Segundo explica a promotora do empreendedorismo nacional, as startups envolvidas na Global Ocean Accelerator Network terão acesso a um pacote de benefícios, no qual se incluem mentoria de especialistas e líderes empresariais, interação com negócios da economia azul estabelecidos, oportunidade de fazer pilotos de produtos e serviços e discutir investimentos, compras, marketing e redes de vendas. "Passar por este processo dará às startups selecionadas o reconhecimento adicional por parte de clientes, investidores e parceiros com potencial para ajudá-las a crescer", acrescenta.

Para o ministro da Economia e do Mar, António Costa Silva, "no que respeita ao impacto ambiental, mais importante do que pensar é concretizar". Por esse motivo, explica, "nada nos deixa mais satisfeitos do que ver Portugal na liderança de uma rede com impacto global e com parceiros como as Nações Unidas".

António Dias Martins conclui, dizendo-se convicto de que "os recursos naturais, o talento e a comunidade empreendedora de Portugal" podem posicionar o país como um "hub global e um mercado líder de tecnologia do mar".

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