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Startup portuguesa ajuda crianças com dificuldades a aprender a ler

Patrick Götz, fundador da Teckies. (Arquivo / Global Imagens)
Patrick Götz, fundador da Teckies. (Arquivo / Global Imagens)

Teckies aposta em solução para melhorar capacidades de leitura e de dicção com nova aplicação móvel.

A startup portuguesa Teckies desenvolveu uma plataforma que ajuda as crianças com dificuldades a aprender a ler. A Beefluent é uma aplicação móvel que permite às crianças e adolescentes, de forma autónoma, evoluírem no conhecimento da língua materna e de outras línguas.

Independentemente do nível de ensino, o estudante pode treinar as suas capacidades a partir de uma gravação de uma leitura de um texto criado e enviado pelo professor. Essa gravação é depois enviada através da aplicação, onde também serão avaliados os exercícios, de forma individual.

O professor também pode personalizar e adequar os exercícios ao nível de cada aluno. Apenas professores ou explicadores credenciados poderão fazer a avaliação da leitura e dicção dos alunos.

A BeeFluent está disponível através da compra de licenças de utilização para escolas, câmaras municipais e professores particulares.

Os municípios podem obter a licença e disponibilizá-la a todos os alunos das suas escolas. As escolas que adiram ao sistema terão acesso para todos os seus alunos, independentemente do ciclo de estudos que frequentem. Os professores, individualmente, podem registar-se e utilizar a plataforma com um limite máximo de cinco alunos.

“Esta ferramenta pode ser utilizada em qualquer tipo de ensino, tanto presencial, para fazer tarefas em casa, como num modelo híbrido ou completamente online. No entanto, não queremos substituir nenhum destes tipos de ensino, uma vez que esta ferramenta vem complementar os conhecimentos que as crianças adquirem na escola”, assinala o fundador e líder da Teckies, Patrick Götz, citado em comunicado de imprensa.

Nascida em 2019, a Teckies é uma startup portuguesa que começou por colocar robôs em escolas e campos de férias para as crianças se prepararem para as novas profissões digitais.

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