empreendedorismo

Startups em Lisboa criaram mais de cinco mil empregos nos últimos 3 anos

startups

A Câmara de Lisboa fez um inquérito às incubadoras de startups e concluiu que nos últimos três anos foram criados cinco 5 mil postos de trabalho.

A Câmara Municipal de Lisboa decidiu inquirir as incubadoras de Lisboa – 18 no total – em relação ao panorama de empreendedorismo na cidade. Uma das conclusões, divulgada esta segunda-feira, é que, nos últimos três anos, foram criados mais de cinco mil postos de trabalho.

Também neste período passaram por incubadoras mais de 1300 startups. Olhando para 2018, o retrato mostra que estão incubadas nestes espaços em Lisboa mais de 500 startups, o que significa mais de 700 “founders”.

Mais de 300 startups de Lisboa estão presentes no Crunchbase (uma espécie de base de dados) e mais de seis dezenas conseguiram levantar investimento. Neste ano de 2018, refere o documento, e segundo os dados publicados naquela plataforma, foram levantados mais de 20 milhões de euros este ano.

A Caixa Capital e a Portugal Ventures estão entre os principais investidores das startups lisboetas, seguidos nomeadamente pela Faber Ventures, LC Ventures, Shilling Capital Partners e Seedrs.

Na capital portuguesa existem 18 incubadoras de startups, mais de 14 programas de aceleração e seis Fab Labs e vários espaços para “makers”.

“Em 2017 foram criadas na capital portuguesa mais de 6300 empresas, um acréscimo de 16% face ao ano anterior e o valor mais alto desde 2008. Este número é três vezes superior ao número de empresas dissolvidas, fazendo com que o saldo natural (diferença entre empresas a constituídas e dissolvidas) registado em 2017 tenha sido de 4.300 empresas”, pode ler-se no documento.

“Refira-se ainda que cerca de 1/3 destas empresas constituídas em Lisboa em 2017 (cerca de 2000) atuam em sectores intensivos em conhecimento ou de alta tecnologia”, acrescenta.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje

Página inicial

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca (E), dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (2-E), do Orçamento, João Leão (2-D), e do Tesouro, Álvaro Novo (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Conheça as principais medidas do Orçamento do Estado para 2019

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (E), do Orçamento, João Leão (2-D), e o Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Dos partidos aos sindicatos, passando pelo PR, as reações ao OE 2019

Outros conteúdos GMG
Startups em Lisboa criaram mais de cinco mil empregos nos últimos 3 anos