Tourism Solutions Now. Nem a pandemia trava a inovação

Secretária de Estado do Turismo esteve em contacto com startups de turismo no sentido de medir a temperatura à inovação no setor.

Até ao arranque da pandemia, o turismo em Portugal estava em crescimento. Ainda assim, é um setor que, tal como muitos outros, precisa de inovação. O Centro de Inovação para o Turismo (NEST), em parceria com a Startup Lisboa, lançou o Tourism Solutions Now, um programa que pretende encontrar respostas aos desafios que o setor do turismo enfrenta.

Este programa está já ativo e decorre de forma remota, pauta-se por ser espaço de trabalho colaborativo e webinars. Ambiciona promover o empreendedorismo e as ideias de negócio desenvolvidas no programa enquadram-se dentro de quatro aéreas: soluções sustentáveis, melhores dados e insights, seamless experience e desenvolvimento de soluções digitais para PME.

Esta edição conta com 18 projetos, com mais de 50 pessoas. A secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, esteve esta manhã em contacto com estes projetos e com algumas startups (Classihy, Doinn, Homeit, Live Electric Tours, Luggit e XLR8) já investidas pela Portugal Ventures (sociedade pública de capital de risco). Respondeu a alguns perguntas destes empreendedores, dos quais 45% são estrangeiros, e aproveitou também para fazer um balanço do programa FIT – Fostering Innovation in tourism.

“Estamos a investir 1,2 milhões ano para tentarmos identificar parceiros que possam trabalhar connosco programas de ideação e ou aceleração. Das duas uma, ou com um caráter específico para trabalhar temas específicos na área de mobilidade, dados, sustentabilidade ou então com um caráter transversal. Temos investido esse montante e o nosso objetivo é procurarmos nesta comunidade empreendedora soluções que possam ser úteis para o turismo. E que nos ajude na construção do turismo de futuro”, disse Rita Marques.

Questionada se tem havido uma retração no número de candidatos a participarem neste programa, a secretária de Estado explica que “para já não tem havido retração” até porque “o tipo de projetos que nos chega estão muito alinhados com as tendências internacionais”.

Com o turismo a atravessar dias difíceis, devido à pandemia, Rita Marques garante que a ligação entre as grandes empresas do setor e as start-ups inovadoras está forte. “Esta pandemia deu para duas coisas. Por um lado para pequenas obras, por outro lado para ir buscar inovação. Perceberam que era um tempo para inovar. Com diferentes motivos” e as startups são um dos meios para isso.

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