mobilidade

Trotinetes suecas da Voi preparam entrada em Portugal

Foto: Voi
Foto: Voi

Empresa sueca de trotinetes elétricas angariou 50 milhões de dólares numa ronda de investimento

Depois da Lime e da anunciada chegada da Iomo, há mais uma empresa de trotinetes elétricas a acelerar em direção a Portugal.

A sueca Voi completou uma ronda de investimento de série A, tendo conseguido captar 50 milhões de dólares (44 milhões de euros). A empresa com sede em Estocolmo anunciou que a injeção de capital terá como destino a entrada em novos mercados nos próximos meses, entre os quais se inclui Portugal.

A Voi já tem inclusive vagas de emprego abertas para Lisboa e Porto, para as áreas de Marketing e operações.

Além de Portugal, a startup sueca quer entrar no curto prazo nos mercados da Alemanha, Itália, França e Noruega. As trotinetas da Voi, que foi fundada este verão por Fredrik Hjelm, circulam atualmente na Suécia e em Espanha. No país vizinho é possível encontrá-las em Madrid, Saragoça e Málaga.

O modelo de negócio da Voi é semelhante ao praticado pela Lime. Desbloquear a trotinete custa um euro, ao qual acresce 15 cêntimos por cada minuto de utilização. Em 12 semanas conquistou 120 utilizadores.

A ronda de investimento, a maior até agora conseguida por uma empresa de scooters elétricas na Europa, foi liderada pelo fundo britânico de investimento Balderton Capital. Participaram ainda fundos como o Vostok New Ventures, LocalGlobe, Luxor Capital e Raine Ventures.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Ricardo Mourinho Félix, Secretário de Estado Adjunto e das Finanças. 
( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

“Cidadãos não vão tolerar situações que ponham estabilidade financeira em risco”

Ricardo Mourinho Félix, Secretário de Estado Adjunto e das Finanças. 
( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

“Cidadãos não vão tolerar situações que ponham estabilidade financeira em risco”

Lisboa, 22/11/2019 - Money Conference, Governance 2020 – Transparência e Boas Práticas no Olissippo Lapa Palace Hotel.  António Horta Osório, CEO do Lloyds Bank

( Filipa Bernardo/ Global Imagens )

Horta Osório: O malparado na banca portuguesa ainda é “muito alto”

Outros conteúdos GMG
Trotinetes suecas da Voi preparam entrada em Portugal