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Como poupar nas comissões bancárias

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Para os consumidores que querem poupar nas comissões, é aconselhável dar alguns passos.

Os bancos têm vindo a aumentar as comissões bancárias. O Parlamento decidiu agir e deverá mesmo proibir algumas comissões. Para os consumidores que querem poupar nas comissões, é aconselhável dar alguns passos.

  • Quais os serviços que precisa num banco?
    Primeiro há que perceber o que precisa, quais os serviços mais utiliza num banco. “Nem todos os clientes bancários têm as mesmas necessidades. Cada pessoa faz um uso particular da sua conta bancária. Uns querem uma conta para receber o salário e fazer alguns pagamentos. Outros querem uma conta para gerir os seus vários créditos ou poupanças”, lembra a Reorganiza, empresa especializada em intermediação de crédito. “Existe uma oferta específica para cada cliente pelo que deverá conhecer as suas necessidades para passar para o passo seguinte”, adianta.
  • Analise as contas de Serviços Mínimos Bancários
    As contas de serviços mínimos bancários podem ser uma opção e têm atraído mais consumidores. Disponibilizam um conjunto de serviços com uma comissão anual muito reduzida. “Para muitas pessoas estas contas são úteis e são a solução. No entanto, para clientes mais sofisticados poderá fazer sentido optar por outras contas bancárias”, frisa a Reorganiza.

Analise os diferentes pacotes nos vários bancos
Se depois de analisar quais são as suas necessidades o consumidor concluir que precisa de mais serviços do que os da conta de serviços mínimos o melhor é analisar a oferta dos vários bancos e comprar preços. “Estão a crescer em aceitação as contas bancárias que incluem um conjunto vasto de serviços a troco de uma comissão de manutenção ou comissão de gestão mensal fixa. Por norma, à medida que vai procurando mais serviço irá ter de suportar uma comissão mais elevada”, aponta a Reorganiza. “Dito isto, estas comissões mensais podem compensar se nelas estiverem agrupadas todas as demais comissões, como a comissão anual do cartão de débito e do cartão de crédito, por exemplo”, explica.

Pesquise por bancos online
Os bancos online também devem ser considerados como uma opção. Segundo a Reorganiza, “a vantagem destes bancos é que tendo uma estrutura de custos fixos mais baixa podem ter uma oferta mais agressiva, nomeadamente no que toca ao pagamento de comissões e à remuneração das taxas de juro dos depósitos a prazo”.

Pesquise as fintechs
Há cada vez mais ofertas de fintechs disponíveis em Portugal, como a Revolut. Existem ofertas e serviços para todos os tipos de necessidades financeiras. “Algumas destas instituições são bancos – como o N26 e o Openbank do Santander – pelo que a proteção que têm é idêntica àquela dos bancos tradicionais”, refere a Reorganiza. “Como nos bancos online, a oferta destes bancos é muito diversa e agressiva. Se uns se preocupam mais com os pagamentos no estrangeiro outros são mais transversais”, adianta.

Como escolher?
A Reorganiza preparou uma análise da oferta dos principais bancos a operar em Portugal e, no caso das fintechs, disponibiliza uma lista para ficar a conhecer as características das principais plataformas. “O essencial é escolher soluções adaptadas às suas necessidades e fechar as contas bancárias que não precisa. Depois, aproveitar a poupança para fazer o que bem lhe apetecer”, sugere a Reorganiza.

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