Trabalho

25 empregos ideais (e bem pagos) para pessoas tímidas

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Veja as imagens: Trabalhar implica, entre muitas outras coisas, sociabilizar com as pessoas com quem partilhamos o espaço em que operamos, mas isso não tem de ser uma regra transversal.

Existem empregos com requisitos mínimos no que diz respeito às aptidões sociais e que, mesmo assim, garantem uma forte remuneração.

Na galeria acima vai encontrar 25 desses exemplos, recolhidos pelo Business Insider através do acesso a documentos do Departamento do Trabalho do Governo norte-americano, onde estão listadas centenas de profissões cujo nível de sociabilidade é consideravelmente reduzido. Dessa lista, a mesma publicação consultou ainda o site estatístico do mesmo gabinete governativo, onde vêm descritas as remunerações médias de cada uma dessas profissões.

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O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca (E), dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (2-E), do Orçamento, João Leão (2-D), e do Tesouro, Álvaro Novo (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

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O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (E), do Orçamento, João Leão (2-D), e o Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

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