Fogos trágicos

As imagens do inferno de chamas em Portugal

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À hora da publicação deste artigo, estavam confirmados 35 mortos. Chamas multiplicam-se pelo país e ainda há 50 fogos ativos.

O alerta é vermelho e as cores do céu pintam-se entre vermelho e cinza. Até agora, estão confirmados 35 mortos, sete desaparecidos e mais de 50 feridos, 16 dos quais em estado grave. Este é, para já, o rescaldo daquele que foi “o pior dia de incêndios do ano”, registado este domingo.

De norte a sul há chamas por extinguir, bombeiros sem descanso e cidadãos em sobressalto com o que ainda pode vir a resultar dos 50 incêndios que estão ativos por todo o país.

Ouvida esta manhã, a ministra da Administração Interna recusou qualquer cenário que envolvesse a sua demissão, justificando que essa seria “a solução mais fácil” não para um, mas para um conjunto de problemas.

Para minimizar um impacto que é cada vez maior, a EDP já colocou centrais móveis nas zonas mais afetadas, enquanto fábricas como a PSA já interromperam a produção, em Mangualde, devido às chamas.

Olhando para o Orçamento do Estado para o próximo ano, apresentado no final da última semana pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, fica-se a saber que para 2018 há mais 10% do que a verba atribuída em 2017 para a prevenção e combate aos fogos.

Tanto o primeiro-ministro, António Costa, como o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já manifestaram o seu pesar pela tragédia.

Acompanhe todas as atualizações sobre os incêndios no país no minuto a minuto do Dinheiro Vivo.

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