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Seis empregos que não deverão existir daqui a 10 anos

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Na última edição da Web Summit, a robô Sophia disse-nos que os da sua espécie vão “ficar com os nossos os empregos“, e apesar do talento humano continuar a ser indispensável em certas áreas, a verdade é que há cada vez mais funções e ações que se resumem ao uso da tecnologia.

Um exemplo: se antes a ideia de um e-mail era inconcebível, hoje são cada vez menos as pessoas que optam por enviar uma carta em vez de uma mensagem eletrónica. São sinais da evolução dos tempos e que, em breve, se irão traduzir no simples desaparecimento de certas profissões.

Acima, damos-lhe seis desses exemplos de empregos que, muito provavelmente, deverão deixar de existir num espaço de dez anos, a troco das novas e maiores capacidades da tecnologia.

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O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca (E), dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (2-E), do Orçamento, João Leão (2-D), e do Tesouro, Álvaro Novo (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

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O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (E), do Orçamento, João Leão (2-D), e o Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

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