Habitação

Estas são das casas mais pequenas e caras do mundo

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

Veja as fotos. Estima-se que 200 mil residentes em Hong Kong, incluindo 40 mil crianças, não têm uma casa condigna – vivem em espaços com menos de 9 metros quadrados. Com 7,5 milhões de habitantes e sem espaço para construção – e com uma tendência para o aumento da população -, o mercado imobiliário em Hong Kong já cresceu a ponto de se tornar o mais caro do mundo.

A muitas famílias não resta outra solução que não seja viver em casas partilhadas, com cozinha e casa de banho para uso comum. Por exemplo, um apartamento com 37 metros quadrados é ilegalmente dividido ao ponto de acomodar 20 beliches, alugados a 210 dólares cada cama por mês. Em comparação, o valor médio de arrendamento de um apartamento com três quartos é de quatro mil euros por mês.

Pequeno não quer dizer necessariamente mais barato. O preço por metro quadrado dos apartamentos mais pequenos (até 37 metros quadrados de área), vendidos usados, é 9,3% mais elevado do que nos maiores. Tudo depende da localização. Em 2016 foi notícia a venda de um micro apartamento por 425 mil euros, com uma área onde não caberia sequer um luxuoso Tesla, que em Hong Kong custa 125 mil euros. Em média, um apartamento com 18 metros quadrados, usado por jovens casais, custa 435 mil euros.

Nos últimos seis anos, os preços dos pequenos pequenos apartamentos duplicaram, o que representa também um crescimento de mais do que o dobro das casas maiores, que são inacessíveis à maioria da população.

A média de salários em Hong Kong é de 1627 euros, mas os estrangeiros podem ganhar muito mais. Os funcionários que vivem em casa dos patrões, por seu turno, têm um salário mínimo estabelecido pelo governo de 467 euros.

Na galeria acima apresentamos fotografias captadas pela agência internacional Reuters durante uma viagem àquelas que são algumas das casas mais pequenas do mundo e onde mora gente sem capacidades financeiras para mais.

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.
Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Francisco Pedro Balsemão, CEO do grupo Impresa. Foto: DR

Impresa.Reestruturação já atingiu 20 trabalhadores. E chegou ao Expresso

PCP

Subsídios por duodécimos no privado também acabam em 2018

Turistas no novo terminal de cruzeiros de Lisboa, Santa Apolónia. Fotografia: Gustavo Bom/Global Imagens

Instituto alemão prevê boom na construção em Portugal até 2020

Outros conteúdos GMG
Conteúdo Patrocinado
Conteúdo TUI
Estas são das casas mais pequenas e caras do mundo