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Juiz mantém em prisão preventiva suspeitos do ataque a Alcochete

Apoiantes do ex-presidente do Sporting, Bruno de Carvalho (ausente da imagem), manifestam-se à porta do Tribunal do Barreiro, onde foi ouvido no âmbito da investigação da invasão à Academia do Sporting, no Barreiro, 15 de novembro de 2018. O ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e Mustafá, detidos no domingo e interrogados na quarta-feira, pelo juiz Carlos Delca, saíram hoje em liberdade, sujeitos a apresentações diárias às autoridades e o pagamento por cada um dos arguidos de uma caução de 70.000 euros, no âmbito da investigação ao ataque à academia de Alcochete. RUI MINDERICO/LUSA
Apoiantes do ex-presidente do Sporting, Bruno de Carvalho (ausente da imagem), manifestam-se à porta do Tribunal do Barreiro, onde foi ouvido no âmbito da investigação da invasão à Academia do Sporting, no Barreiro, 15 de novembro de 2018. O ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e Mustafá, detidos no domingo e interrogados na quarta-feira, pelo juiz Carlos Delca, saíram hoje em liberdade, sujeitos a apresentações diárias às autoridades e o pagamento por cada um dos arguidos de uma caução de 70.000 euros, no âmbito da investigação ao ataque à academia de Alcochete. RUI MINDERICO/LUSA

Em 15 de maio, a equipa de futebol do Sporting foi atacada prr cerca de 40 alegados adeptos encapuzados, que agrediram técnicos e jogadores.

O juiz de instrução criminal do Barreiro decidiu manter em prisão preventiva 38 suspeitos detidos na investigação ao ataque à equipa de futebol do Sporting, em Alcochete, de acordo com o despacho a que a Lusa teve esta quarta-feira acesso.

No despacho, o juiz Carlos Delca dá conta da constituição do Sporting como assistente do processo e que se mantêm os motivos que levaram à aplicação desta medida de coação.

“Resultam inalterados os pressupostos de facto e de direito que determinaram a sujeição dos arguidos a prisão preventiva pelo que não é necessário proceder à audição dos mesmos”, lê-se no documento.

Em 15 de maio, a equipa de futebol do Sporting foi atacada na Academia do clube, em Alcochete, por um grupo de cerca de 40 alegados adeptos encapuzados, que agrediram técnicos, jogadores e ‘staff’.

O antigo oficial de ligação aos adeptos (OLA) do clube Bruno Jacinto está entre os arguidos presos preventivamente, sendo acusado de autoria moral do ataque, tal como o ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e o líder da Juventude Leonina Mustafá.

Aos arguidos, que participaram diretamente no ataque, o MP imputa-lhes a coautoria de crimes de terrorismo, 40 crimes de ameaça agravada, 38 crimes de sequestro, dois crimes de dano com violência, um crime de detenção de arma proibida agravado e um de introdução em lugar vedado ao público.

No seguimento do ataque, nove jogadores rescindiram unilateralmente os contratos com o Sporting, e quatro deles, Daniel Podence, Gelson Martins, Ruben Ribeiro e Rafael Leão, mantêm-se em litígio com o clube.

William Carvalho e Rui Patrício acordaram os valores para a sua saída, enquanto Bas Dost, Bruno Fernandes e Rodrigo Battaglia voltaram atrás na decisão de abandonar o clube.

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