Mais 63 mortes e 1032 casos de covid-19 em Portugal. Internamentos ao nível de 2 de janeiro

Internados em enfermaria voltam a descer significativamente nas últimas 24 horas.

Há mais 63 mortes por covid-19 - num total de 16 086 mortes - de acordo com o último boletim epidemiológico emitido pela Direção-Geral da Saúde (DGS). O número de pessoas infetadas pela doença até agora é de 799.106, mais 1032 nas últimas 24 horas.

O número de casos ativos no país caiu 3598, para os 77 044, o valor mais baixo desde 3 de janeiro.

Já os recuperados registados são de 4567 e o número de contactos em vigilância também caiu em 8932 pessoas (são agora 70 767).

Outra boa notícia é que depois de um dia de subida nos internados, esta terça-feira voltaram a cair significativamente, com menos 310 pessoas internadas, são agora 3012. Dos cuidados intensivos saíram 30 pessoas, são agora 597 - registo ao nível de 2 de janeiro.

Nova equipa alemã já em Portugal

A nova equipa médica da Alemanha para ajudar a tratar doentes com covid-19 já está em Portugal e foi recebida pelo secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes. Os especialistas em medicina intensiva vão estar no Hospital da Luz por mais 21 dias, substituindo a equipa de 26 médicos do exército alemão que tem estado em Lisboa desde 3 de fevereiro.

China acelera exportação de vacinas para os países em desenvolvimento

Pequim quer tornar-se o maior fornecedor de vacinas dos países pobres planeando a distribuição de 4.000 milhões de doses que cobrirão até 40% da procura global. Atualmente dá assistência a 53 países.

A China espera aumentar a produção das suas vacinas para 2.000 milhões de doses, este ano, e 4.000 milhões, até 2022, um plano ambicioso que visa converter o país no maior fornecedor das nações em desenvolvimento.

Citado pela imprensa local, o presidente da Associação da Indústria das Vacinas da China, Feng Duojia, estimou que os 4.000 milhões de doses vão cobrir até 40% da procura global.

A China já distribuiu doses das suas vacinas em 22 países em desenvolvimento e prestou assistência a 53, número que continuará a crescer, à medida que Pequim fechar mais acordos com países africanos, segundo dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China.

O laboratório estatal Sinopharm já distribuiu 43 milhões de doses da sua vacina, entre as quais 34 milhões foram administradas no país asiático, cuja campanha de vacinação está reduzida, por enquanto, a inocular grupos considerados de alto risco de infeção, segundo a cadeia de televisão CCTV.

As vacinas desenvolvidas pela Sinopharm e também pelas chinesas Sinovac e CanSino estão a ser utilizadas já em África, Sudeste Asiático e América Latina, enquanto na Europa só chegaram à Sérvia e à Hungria.

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