Marcas que Marcam

Caçarola: nem todo o arroz é igual

New Image

Com 46 anos de história, a marca Caçarola pertence à Valente Marques, empresa que nos anos 70 construiu a primeira unidade de produção de arroz

Com 46 anos de história, a marca Caçarola é reconhecida em Portugal e além-fronteiras.”Orgulhamo-nos de estar presentes no quotidiano das famílias e de sermos considerados uma marca de confiança dos portugueses. Para isso trabalhamos no rigoroso controlo da origem do nosso produto, o acompanhamento da cadeia de valor desde a seleção da semente (atuando em parceria com os agricultores), sementeira, colheita e secagem, até a receção nas nossas instalações do arroz já seco e pronto a descasca”, diz a Valente Marques, empresa que produz a comercializa a marca de arroz Caçarola.

A história da Valente Marques começa nos moinhos de água de Oliveira de Azeméis há mais de dois séculos, onde a família se dedicava ao negócio do descasque de arroz.

A primeira fábrica do grupo surgiu na década de 70, e foi assim que surgiu a marca Caçarola. Em 1980 é instalada uma unidade de produção de arroz vaporizado que, segundo a empresa, “ainda hoje é única no país”, e que em 1991 é completamente remodelada.

Nos anos 90 a empresa começa a diversificar a produção com a comercialização de legumes secos e cozidos. Em 1999 introduz as massas alimentícias no portefólio.

Em 2011 é inaugurada uma nova unidade produtiva de tortitas de arroz e milho, com a marca Crackies.

“As Crackies serão a grande aposta para 2018, um produto que entrou na moda, alavancado pela tendência de estilo de vida saudável e a preocupação cada vez maior dos consumidores em manter uma alimentação equilibrada”, explica a empresa. O sucesso foi tal que ao fim de sete anos a Valente Marques vai inaugurar uma nova unidade com tecnologia de ponta, para alargar a gama de produtos e aumentar a capacidade de produção.

Este ano foi também lançado o arroz negro, originário da China, e o arroz carolino vaporizado, 100% nacional. “Temos acompanhado a evolução do mercado e o profundo conhecimento que advém de tantos anos de experiência dá-nos as ferramentas que nos permitem crescer, inovar e oferecer aos nossos clientes produtos de alta qualidade, saudáveis e rigorosamente controlados.”

 

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
(Fotografia: Pedro Granadeiro / Global Imagens )

Vendas de carros descem 71,6% em maio

O primeiro-ministro, António Costa. Fotografia: António Cotrim/Lusa

PIB pode registar quebra entre 9% a 15% em 2020

Lisboa, 25/05/2016 - Aspecto do Palco Mundo, durante uma reportagem do Diário de Notícias sobre o que acontece nos dias em que no Festival Rock in Rio não há concertos.

( Gustavo Bom / Global Imagens )

APSTE: Setor dos eventos com prejuízos de 20 milhões no segundo trimestre

Caçarola: nem todo o arroz é igual