Fjord Trends 2018

Como serão os negócios, a tecnologia e o design do futuro?

Mark Curtis, cofundador da Fjord
Mark Curtis, cofundador da Fjord

Numa apresentação entusiasmada, Mark Curtis, co-fundador da Fjord, apresentou as sete tendências a que não podemos ficar indiferentes no curto prazo

O Beco, espaço de cabaret dentro do restaurante Bairro do Avillez no Chiado em Lisboa, foi o local escolhido pela Accenture Digital para, em parceria com o Dinheiro Vivo, apresentar o Fjord Trends 2018. O estudo anual, que este ano faz 11 anos, descreve o estado atual, as tendências de futuro na área digital que vão marcar as nossas vidas, os negócios e a sociedade, e ainda deixa recomendações para que as previsões possam ser aplicadas mais facilmente pelas empresas.

A manhã de quarta-feira começou com um tom improvável e provocatório, tal como o futuro, a palavra-chave da sessão executiva que se seguiria, com três bailarinos a atuarem entre as mesas num ambiente intimista. Pedro Pombo, Managing Diretor da Accenture Digital, fez a abertura da iniciativa Design & Innovation at the Heart e apresentou o convidado de honra: Mark Curtis, cofundador da Fjord, empresa de design e inovação criada em 2001 e que integra o universo Accenture desde há cinco anos.

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Como serão os negócios, a tecnologia e o design do futuro?

Numa apresentação entusiasmada, o empreendedor e inovador em série com 30 anos de experiência em media, digital, mobile e design apresentou as sete tendências a que não podemos ficar indiferentes no curto prazo. Curtis explicou uma a uma e foi dando exemplos da sua aplicação prática: o mundo físico contra-ataca; os computadores têm olhos; escravos dos algoritmos; a procura de significado pelas máquinas; confiamos na transparência; a economia da ética; e o design fora da zona de conforto.

Para ele, a tensão é parte integrante do mundo de hoje. “Tensão entre o mundo físico versus o virtual, entre a rapidez e a criatividade, e entre o homem e a máquina. Na sua opinião, não devemos pensar estes binómios com a palavra versus no meio, mas na necessária fusão entre o mundo digital e o mundo físico.

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Para fechar, Rosália Amorim, diretora do Dinheiro Vivo, dinamizou o debate entre Inês Oom de Sousa, administradora do Banco Santander, José Ferrari Careto, administrador da EDP e Teresa Fernandes, Head of Innovation da Farfetch. Banca, energia e retalho estiveram ali representados e mostraram como as suas organizações não veem a tecnologia digital como uma opção mas como uma obrigação que já começou e está em marcha.

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