8.º Aniversário DV

Easypay. “Para sermos relevantes para os clientes temos de ouvi-los”

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Sebastião Lancastre, fundador e CEO da portuguesa Easypay, destaca a importância de ouvir os clientes no mundo desafiante das fintech.

Sebastião Lancastre cita Luís Vaz de Camões para falar sobre o mundo das fintech, as empresas que aliam o mundo da tecnologia aos serviços financeiros: são “mares nunca antes navegados”, como escrevia o poeta português n’Os Lusíadas.

Ao leme da Easypay, empresa portuguesa que processa transações eletrónicas entre empresas, Sebastião Lancastre aponta diferenças na sua área de negócio, onde o cliente tem exigências diferentes – a experiência digital e a capacidade de trabalhar com feedback dos clientes são alguns dos exemplos apontados, durante a intervenção no debate “Portugal na próxima década”.

“Para sermos relevantes para os clientes, temos de ouvi-los”, destacando o mundo acelerado onde as fintech se movem, empresas que “são mais rápidas”.

O público mais jovem tem criado desafios na área dos serviços financeiros, muito pela necessidade de soluções adaptadas e que respondam com rapidez aos pedidos dos clientes. “Quem não tem aplicações consegue safar-se no futuro? Duvido”, avança o responsável da Easypay.

Olhando para a sala, pediu para os presentes se recordarem dos filhos e netos e da reação quando conhecem algo novo: “os jovens perguntam logo onde é que está a aplicação.”

Sobre o cenário para Portugal em 2030, Sebastião Lancastre aponta a necessidade de o país ter “ambição” – algo que deve partir também das instituições de poder. “Posicionam-nos sempre como se fossemos pobrezinhos ou como se fossemos os melhores”, explicando que não há um meio termo. “Os exemplos têm de vir de cima, o nosso governo também tem de ter essa ambição.”

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