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Frescas Surpresas abre portas à exportação

Braga, 07/01/2020 - A empresa Frescas Surpresas surgiu em 2008, no Mercado Abastecedor da Região de Braga (Marb). Atualmente está presente em vários concelhos e serve uma vasta rede de clientes do canal Horeca, com uma selecção cuidada de produtos alimentares congelados.
Na foto: Agostinho Martins ; Elisabete Lourenço
(Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens)
Braga, 07/01/2020 - A empresa Frescas Surpresas surgiu em 2008, no Mercado Abastecedor da Região de Braga (Marb). Atualmente está presente em vários concelhos e serve uma vasta rede de clientes do canal Horeca, com uma selecção cuidada de produtos alimentares congelados. Na foto: Agostinho Martins ; Elisabete Lourenço (Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens)

Sempre a crescer e com a ambição de continuar, 2020 será o ano de aposta no digital para cimentar relações com os clientes.

A tradicional baguete, pão da Mealhada, pão de malte, pastel de nata, éclairs, bolas-de-berlim, croissant típico francês e, entre os salgados, há rissóis, croquetes, chamuças, sem esquecer as mais de 300 sobremesas por onde escolher. Na Frescas Surpresas é difícil não ficar com água na boca perante a variedade de produtos que são distribuídos. A empresa nasceu em 2008, com cinco pessoas; hoje são 18 trabalhadores, num crescimento que é para continuar, com 2020 a ser o ano que Agostinho Cardoso Martins quer apostar na área digital (frescassurpresas.com) e, assim, cimentar as relações com os clientes. “Somos uma empresa ainda offline, mas queremos estar online em 2020. É um passo que temos de dar.” A outra grande aposta é alargar o negócio para mercados além-fronteiras.

Os exemplos citados são apenas uma pequena parte dos dados pelo gerente e cofundador da empresa, que está instalada no Mercado Abastecedor da Região de Braga (MARB). E são muitos mais os produtos à escolha: 800. Padaria, pastelaria, croissantaria, salgados e sobremesas englobam a variada oferta e que todos os meses é procurada por mais de mil clientes.

A Frescas Surpresas nasceu da vontade do gerente e da esposa, Elisabete Lourenço. “Está comigo desde o primeiro momento. Em 2008 tinha saído de uma grande empresa e estávamos no meio de uma encruzilhada familiar. Tínhamos uma filha pequena, outra a caminho… Achámos que era uma boa altura para criar um negócio próprio, para pegar no nosso futuro em mãos e tratá-lo”, contou o cofundador.

Como o casal tinha experiência na área da distribuição, colocou em prática esse conhecimento, “neste caso com produtos alimentares em ambiente ultracongelado”. “A empresa começou com cinco pessoas, eu e a minha esposa, dois vendedores e um distribuidor”, recordou. Naquele ano, com o arranque a dar-se em maio, a faturação foi de 168 mil euros. “Em 2019 terminámos com vendas de 1,789 milhões de euros.”

“O modelo de negócio assenta no contacto e na promoção dos produtos junto dos clientes, tentando satisfazer as necessidades destes e sugerindo outros. Fazemos a entrega no dia útil seguinte, a distribuição e a cobrança. É um modelo de negócios muito simples, que temos vindo a manter ao longo dos anos”, explica. A Frescas Surpresas não tem fabrico próprio, adquirindo os produtos – rigorosamente testados antes de serem vendidos – maioritariamente em Portugal, mas também em França, Bélgica e Espanha. A venda é feita nos distritos de Braga e Viana do Castelo “para o chamado Canal Horeca, cafés, restaurantes, hotéis, pequeno alimentar, até médias superfícies”. Para 2020 está a ser ponderado o alargamento ao distrito do Porto e além-fronteiras. “Queremos iniciar uma componente de exportação, numa primeira fase junto de comunidades onde estão portugueses. Já fizemos uma experiência para Londres e correu bem.”

Desde o início que o MARB foi o local escolhido. “Quando chegámos aqui percebemos imediatamente que era isto que queríamos. Reunia todas as condições, nomeadamente de ter um cais de carga e descarga – coisa que não existe com frequência noutras instalações. E o facto de as instalações serem vigiadas 24 horas por dia, terem um serviço de manutenção comum que mantém o espaço limpo e higienizado e a centralidade do MARB em relação às acessibilidades de Braga” foram também fatores decisivos na escolha.

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