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Imobiliário afasta riscos de ‘bolha’ nos preços

Rui Nunes e Rosália Amorim (Dinheiro Vivo); Cristina Benito e Rita Barreto, da Worx. Fotografia: Diana Quintela/ Global Imagens
Rui Nunes e Rosália Amorim (Dinheiro Vivo); Cristina Benito e Rita Barreto, da Worx. Fotografia: Diana Quintela/ Global Imagens

Norte-americanos, franceses, ingleses e alemães são os principais investidores estrangeiros em Portugal

O imobiliário afasta, para já, os receios de uma ‘bolha’ em Portugal. Este foi um dos destaques do pequeno-almoço realizado pelo Dinheiro Vivo para discutir com as empresas a situação do mercado no nosso país.

Em franca recuperação nos últimos anos, depois da saída da troika, as empresas do sector manifestam, ainda assim, alguma cautela na definição dos preços de venda dos imóveis. Moderação é a palavra de ordem, numa altura em que os bancos começam a mostrar mais abertura para conceder crédito à habitação junto aos portugueses.

Ao mesmo tempo, há cada vez mais estrangeiros a comprar imóveis em Portugal, como o caso dos norte-americanos, vistos como os investidores mais agressivos; franceses, sobretudo para investimento em escritórios; ingleses e alemães, que apostam principalmente no mercado residencial.

Nas empresas portuguesas, depois da saída dos escritórios do centro das cidades para a periferia, a tendência inverteu-se. Há cada vez menos espaços disponíveis, sobretudo em zonas como o Parque das Nações, onde não há áreas de construção.

A reabilitação de edifícios torna-se, assim, a principal solução para que as empresas se possam instalar no centro das cidades. Entrecampos, Saldanha, Picoas, Avenida da Liberdade e praticamente toda a zona ribeirinha, desde Cais do Sodré a Santa Apolónia, são exemplos de locais que agradam tanto a empresas portuguesas, como a multinacionais que escolhem o nosso país para instalar escritórios.

As perspetivas do sector para os próximos anos são animadoras. Todas as previsões apontam para a aceleração da retoma da economia em Portugal e há cada vez mais procura, sobretudo em zonas mais caras.

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