Heróis PME

Mentalidade aberta para encontrar a melhor solução de financiamento

(Rui Miguel Pedrosa / Global Imagens)
(Rui Miguel Pedrosa / Global Imagens)

Neste ano, o Santander Universidades oferece 12 bolsas de verão na Universidade de Yale. As inscrições fecham a 19 de abril.

Existem vários caminhos para uma empresa conseguir o financiamento de que necessita para os seus negócios e é preciso manter uma “mentalidade aberta”. As “experiências negativas” do passado devem ser ultrapassadas, para não prejudicar a busca pelo melhor “capital de conhecimento, de investigação e financeiro”. O conselho foi deixado por Pedro Marques, economista e consultor da Yunit Consulting no III Encontro Yunit Heróis PME, que conta com o apoio da Victoria Seguros, em Leiria.

O especialista, que integrou o debate Financiamento: novas opções para a sua empresa, diz que existe “a partilha de risco com investidores, obtenção de capitais próprios, e o recurso às imensas linhas e sistemas de incentivo que existem no país para financiamento tradicional e financiamento através de fundos comunitários”. Para as PME, os fundos comunitários são, muitas vezes, “o motivo do acelerar do investimento, partilhando o risco das empresas com os programas comunitários e antecipando a criação de emprego e investimento em Portugal”.

Hoje em dia, sublinha Bruno Caixeirinho, diretor de corporate finance do BiG, “há um conjunto diversificado de alternativas e não faz sentido pensarmos simplesmente no financiamento bancário tradicional”, devendo os empresários “identificarem o que faz mais sentido num determinado momento”. A plataforma Capitalizer do BIG pode ser uma “solução” para empresas que “querem chegar a capital de investidores profissionais, e quando querem executar processos de abertura de capital”. “Há bastantes investidores nacionais, internacionais, com cariz financeiro, estratégico, que podem adequar-se a diferentes objetivos que as empresas possam ter”.
Ângelo Jesus, diretor de marketing da Raize, uma bolsa de empréstimos para micro e pequenas empresas, realça que cada empresa deve procurar a solução de mercado que está mais “enquadrada” nas suas necessidades. Neste caso, trata-se de uma “solução de financiamento de médio ou longo prazo”. É digital e permite a obtenção de um financiamento “mais célere e com condições competitivas”. Tem um conjunto de 45 mil investidores portugueses, que “estão disponíveis a investir na economia”.

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