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Technovate: “Os robôs ajudam a fazer meditação”

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A forma como os humanos vão usar a Inteligência Artificial foi uma das preocupações da conferência Technovate: Power Innovation, da Accenture

Os avanços em Inteligência Artificial serão muito rápidos, estima Ben Goertzel, CEO da SingularityNET e cientista chefe da Hanson Robotics, a empresa que criou Sophia, a primeira robô a ter cidadania.
Na mesa redonda, montada no palco da conferência Technovate, e que foi moderada pela diretora do Dinheiro Vivo Rosália Amorim, o cientista fez muitos dos presentes mudarem de posição na cadeira ao explicar que “os robôs ajudam a fazer meditação”.

Na próxima fase da Inteligência Artificial, a sua empresa integrará a tecnologia blockchain nos seus novos projetos para criar, na cloud, um mercado de Inteligência Artificial aberto. Este será um local onde quem desenvolve Inteligência Artificial pode colocar o seu trabalho, desenvolvendo e criando novos humanoides.

Para Maria Robertson, diretora executiva no Departamento de Negócios Internos da Nova Zelândia, que está a reconstruir os serviços públicos com base no uso das redes sociais, “o digital ajuda à participação e à democracia.”

Nicole Tulli, diretora de desenvolvimento de negócio na Nice Agency, pertencente ao The KarmaramaGroup, contou que certas empresas lhe pedem Inteligência Artificial, simplesmente porque não querem ficar fora da onda das tecnologias emergentes. Na sua opinião, o elemento sociológico deve persistir se queremos compreender os seres humanos. “Quando olhamos para a verdadeira relação humana, as competências que podem ajudar não são a programação, que vai ser automatizada no futuro, mas competências de conectividade humana e empregos que mantenham a Humanidade.”
Alertando para os riscos na aplicação de tecnologias avançadas, Carlos Silva, co-fundador da Seedrs, diz estar preocupado com a segurança e com a forma como os humanos vão usar a Inteligência Artificial.

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