Millennium Horizontes

Prémios Millennium Horizontes estão de volta

Pedro Pires de Miranda (Siemens), Jorge Portugal (Cotec) e Nuno Amado (BCP) estiveram na TSF, num debate moderado pela diretora do Dinheiro Vivo, Rosália Amorim. (Foto: Gerardo Santos/Global imagens)
Pedro Pires de Miranda (Siemens), Jorge Portugal (Cotec) e Nuno Amado (BCP) estiveram na TSF, num debate moderado pela diretora do Dinheiro Vivo, Rosália Amorim. (Foto: Gerardo Santos/Global imagens)

A iniciativa foi lançada nesta semana num debate que juntou nos estúdios da TSF o chairman do Millennium bcp, o CEO da Siemens e o diretor da COTEC.

Uma boa conversa pode ser também um bom ponto de partida para chegar longe. E longe, neste caso, é mais perto do horizonte. Nuno Amado, chairman do Millennium bcp, Pedro Pires de Miranda, CEO da Siemens, e Jorge Portugal, diretor-geral da COTEC, juntaram-se nesta semana numa mesa-redonda, que começou nos estúdios da TSF, em Lisboa, e saiu porta fora em busca das empresas portuguesas que vão além-fronteiras. Esse foi o motor para, num debate moderado por Rosália Amorim, diretora do Dinheiro Vivo, lançar os Prémios Millennium Horizontes 2019.

O nome não é um acaso, avisa Nuno Amado. O galardão, atribuído pelo Millennium bcp, tem como missão premiar justamente aqueles que passam para lá do “nosso retângulo”: “Acreditamos que Portugal só tem horizonte se o setor empresarial tiver sucesso.” E o sucesso, já agora, acontece com os que arriscam. É para esses que os Prémios Millennium Horizontes estão de volta numa terceira edição que alargou a sua base de categorias e vai distinguir também mais empresas.

As candidaturas decorrem até 30 de setembro e as novidades, essas, começam logo com a introdução de uma quinta categoria temática – o Investimento, que se junta à Exportação, à Internacionalização à Inovação e às Microempresas – neste ano associada à vertente de Startups. A edição de 2019 inclui ainda uma nova categoria setorial (Agricultura), que com Turismo, Mar e Florestas e Comércio&Serviços, vai permitir abranger todas as áreas.

Os candidatos têm também neste ano mais hipóteses de chegar à fase final. Se antes apenas uma empresa foi distinguida por categoria, agora são três, aumentando o leque de finalistas, de 45 para 65, e de vencedores, de nove para 39 empresas. “É a decisão mais justa, tendo em conta a experiência dos primeiros dois anos”, justifica Nuno Amado, recordando as 1400 candidaturas das edições anteriores.

Pequenas, médias ou grandes empresas portuguesas podem entrar na corrida, mas convém saber o que se valoriza nesta competição. O júri, destaca Pedro Pires de Miranda, vai muito além da análise de uma folha de Excel para descobrir onde estão aqueles com uma estratégia para o futuro: “Se tivesse de escolher, daria um valor especial à exportação, já que implica enorme capacidade para acompanhar de perto toda a viagem de um produto até ao consumidor.”

E nenhuma empresa chegará a lugar nenhum sem uma cultura aberta à experimentação, avisa o diretor-geral da COTEC. “O grande desafio é usar o talento dos recursos humanos para aumentar a eficiência, mas também para encontrar soluções que vão ao encontro do que os clientes procuram”, diz Jorge Portugal. Tão importante é saber fazer tudo isso a grande velocidade porque esse é o ritmo que a inovação impõe.

Dito assim, parece que esta não é uma missão para todos. É verdade, em parte, mas olhando para a “grande adesão de candidatos com elevada qualidade” nas edições anteriores, Nuno Amado tem a expectativa de que seja possível até aumentar a diversidade de setores: “Oiço dizer que o turismo é o que mexe com a economia, mas a indústria, a agricultura ou os serviços também atravessam um bom momento.” Embora o mundo ideal seja uma utopia, não é menos realista esperar que, pelo menos 80% dos candidatos, consigam alcançar o sucesso. Isto é, passar a linha do horizonte e regressar, com “valor acrescentado”, remata o presidente do Millennium bcp.

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