falência

Empresa do produtor Weinstein declara falência

FILE PHOTO: Producer Harvey Weinstein stands in the audience ahead of the first presidential debate between U.S. presidential nominee Donald trump and U.S. presidential nominee Hillary Clinton at Hofstra University in Hempstead, New York, U.S., September 26, 2016.  REUTERS/Mike Segar/File Photo
FILE PHOTO: Producer Harvey Weinstein stands in the audience ahead of the first presidential debate between U.S. presidential nominee Donald trump and U.S. presidential nominee Hillary Clinton at Hofstra University in Hempstead, New York, U.S., September 26, 2016. REUTERS/Mike Segar/File Photo

A Weinstein Company não conseguiu concluir as negociações com investidores e declarou falência. O produtor acusado de assédio sexual foi demitido.

A Weinstein Company, estúdio de cinema em Nova Iorque, fundado pelo produtor de Hollywood Harvey Weinstein e pelo seu irmão, declarou falência após as negociações para vender os ativos a um grupo de investidores terem falhado.

Depois do escândalo que rebentou em outubro do ano passado e envolveu o produtor cinematográfico, acusado de dezenas de crimes sexuais como abuso sexual, violação e assédio sexual, e depois de não ter sido possível vender a empresa a falência foi, de acordo com a direção, “a única opção viável”.

“A Weinstein Company está envolvida num processo de venda ativa com a esperança de preservar ativos e empregos. Hoje, essas negociações foram concluídas sem um acordo assinado”, afirmou o conselho de administração da empresa num comunicado divulgado pela imprensa norte-americana. O mesmo documento revela que “um processo de falência ordenado” é “a única opção viável para maximizar o valor que resta da empresa”.

As negociações decorriam com a investidora Maria Contreras-Sweet e com o apoio do milionário Ron Burkle. Em cima da mesa estava uma proposta de 500 milhões de dólares para a compra da Weinstein Company que não se concretizou por culpa dos investidores, segundo alega a administração do estúdio de cinema.

Foi instaurado um processo contra a empresa que acusa Weinstein de abusar de mulheres que trabalhavam no estúdio e refere ameaças de morte a funcionários. Também o irmão do produtor, Robert Weinstein, membro da administração da Weinstein Company, é acusado de não ter ajudado a prevenir os maus tratos aos funcionários apesar de, alegadamente, terem sido apresentadas provas.

Desde que as acusações ao produtor de cinema foram divulgadas pelo jornal The New York Times que a empresa tem vindo a sofrer as consequências com uma perda de negócios consequente do afastamento de parceiros e investidores. Weinstein foi demitido pelo conselho da empresa que criou com o seu irmão em 2005.

Mais de 50 mulheres acusaram o produtor de Hollywood de crimes sexuais, entre elas, conhecidas atrizes de cinema como Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow ou Cara Delevingne.

 

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