Coronavírus

Retrato de uma cidade deserta. Bérgamo o epicentro italiano da pandemia

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Descuidos e omissões cometidos por autoridades e moradores desencadearam a epidemia na cidade. A "bomba biológica" foi um jogo de futebol.

Trata-se de Bérgamo, a já chamada de Wuhan italiana, a cidade de onde o exército italiano retirou de comboio, na semana passada, dezenas de caixões com corpos para serem cremados noutras cidades vizinhas, pois a cidade, cujo sistema de saúde entrou em colapso, não consegue lidar mais com o crescente número de mortos.

Mais de 700.000 casos do novo coronavírus foram registados oficialmente por todo o mundo desde o início da pandemia, com base em fontes oficiais.

Houve pelo menos 739.000 casos, incluindo 35.000 mortes em 183 países e territórios.
Nos Estados Unidos, registaram-se já 142 mil casos – é o país do mundo com mais casos reportados – e 2.400 mortes e em Itália, com 97.689 casos, registam-se o maior número de mortes no mundo, de 10.779.

Este é o retrato de uma cidade completamente deserta, gravado por um drone do município de Bérgamo, na Lombardia, a região do norte de Itália mais atingida pelo novo coronavírus, em combinação com imagens da unidade de cuidados intensivos dos hospitais da cidade.

 

Entretanto, a região continua a ter ajuda internacional, não só da China – o que inclui médicos – mas também da Europa. A Alemanha está a ajudar a região italiana mais afetada ao acolher doentes de Bérgamo que estão a receber cuidados intensivos – transportados num avião da Força Aérea este fim de semana.

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