conservas

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A empresa conserveira <a href="http://www.apoveira.pt/">A Poveira </a>prepara-se para investir 3,4 milhões de euros em três novas linhas de produção de atum na fábrica da Póvoa de Varzim, inaugurada em 2012. As novas linhas - que se juntam a três de sardinha e a uma de atum já existentes - vêm consolidar a aposta da empresa na produção de atum para os mercados interno e externo, de maneira a aumentar a competitividade em Portugal e no resto do mundo.

O investimento integra o plano iniciado em 2012, quando a nova administração considerou que a empresa da Póvoa do Varzim – que produz e comercializa marcas próprias como a Minerva, a Galleon, a Alva ou a Capitão Poveiro – não tinha capacidade para aumentar a produção na fábrica em frente à lota da Póvoa, construída em 1938, ano da fundação da empresa.

Com um investimento de 5,5 milhões de euros, os cerca de 140 trabalhadores mudaram-se para a nova fábrica em janeiro de 2013. A mudança de casa permitirá quadruplicar o volume de negócios até 2018, muito graças à nova aposta da empresa: a produção de atum em conserva. A produção nacional de atum em lata representa menos de 50% do consumo. A maior parte do atum em conserva consumido em Portugal é importado de Espanha.

A Poveira produz entre 80 e 100 mil latas de atum em conserva por dia, um número que o administrador, António Cunha, espera que contribua para diminuir as 18 mil toneladas de atum importadas por Portugal todos os anos (sobretudo de Espanha), qualquer coisa como o equivalente a 160 milhões de latas. As três novas linhas de produção de atum – que deverão entrar em funcionamento pleno em março de 2015 – deverão assegurar que estas conservas representem 15% da produção da fábrica e garantir a contratação de 20 pessoas. Neste momento, A Poveira exporta 45% da produção total de conservas e vende 55% no mercado nacional. Em Portugal, o consumo de conservas de peixe em super e hipermercados aumentou de quase 144 milhões de latas em 2013 para os atuais mais de 150 milhões, de acordo com dados da AC Nielsen. As conservas de atum continuam a ocupar um lugar de destaque com 86% da quota de mercado, em comparação com apenas 8% de sardinhas.

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