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BBC destaca geração revolucionária de “fazedores de vinho” portugueses

O professor de viticultura João Almeida, a enóloga Rita Marques e o professional de marketing Diogo Albino são os três protagonistas do trabalho que a BBC fez sobre os novos nomes do vinho portugueses.

Os jovens que se dedicam ao negócio são a esperança de um sector que é conhecido além-fronteiras, muito mais pelos vinhos fortificados como o Vinho do Porto ou da Madeira do que pelos tintos, brancos e rosés produzidos atualmente.

“Com uma história de séculos (…) os vinhos de mesa portugueses deveriam ser muito mais conhecidos internacionalmente”, escreve a BBC, apontando uma das razões para a fraca popularidade: “a maioria deles são feitos de uma maneira que está fora de moda”.

A falta de atenção em relação às embalagens e ao marketing é também apontada como um dos fatores que parece mudar nesta nova geração de viniviticultores. “Muito mudou nos últimos 10 anos, e agora há uma nova geração de fazedores de vinho que aliam a tecnologia de ponta a estratégias para poderem sobressair entre a multidão”.

Casos como o vinho Camaleao, feito pelo professor de viticultura João Almeida, 33 anos, em Viseu e vendido para Espanha, Reino Unido, Holanda, Japão e Brasil, servem de referência ao artigo da BBC. João explica que, se no primeiro ano de produção arrancou com 1350 garrafas, agora faz mais de 27 mil, anualmente.

Rita Marques, 32 anos, é outra enóloga que decidiu pegar no negócio da família depois de uma temporada de formação no estrangeiro. Depois de passar por vinhas em França, na California, na Nova Zelândia e na África do Sul, Rita decidiu voltar a casa e começar a produzir os vinhos Conceito e Contraste em 2008. Agora, exporta 95% da produção.

A nossa geração é bem mais pragmática. É bom que as pessoas façam os tipos de vinho em que acreditam, mas no final, temos que o vender.”, explica à BBC.

Pode ler o artigo na íntegra, aqui.

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