Pagamento de feriados

Carlos Silva (UGT): Pagamento integral dos feriados é uma “medida de justiça”

O Governo "não faz mais do que a sua obrigação", ao repor o pagamento na íntegra do trabalho em dias feriados e horas extraordinárias a partir de 1 de janeiro, afirmou ao Dinheiro Vivo o secretário-geral da UGT, Carlos Silva, para quem esta decisão é "uma medida de justiça".

“A partir da saída da troika e do fim do programa de ajustamento, o Governo deveria dar sinais de que, de forma gradual e sustentada havia que repor direitos perdidos pelos trabalhadores com o acordo de 2012. E esse era, na nossa opinião um dos mais gravosos”, defendeu.

Os cortes no pagamento dos feriados e horas extra já deviam ter terminado em 1 de agosto, o que não aconteceu a pedido dos patrões, “que acham que seria uma compensação pela descida da TSU à custa dos trabalhadores, que o Governo deixou cair em 2012″, mas se há compensação a dar é aos trabalhadores”, acrescentou Carlos Silva.

O líder da central sindical considera também que a reposição dos valores que vigoravam antes dos cortes em vigor desde 2 012 vem ao encontro do acórdão do Tribunal Constitucional, pelo que o Governo cumpre apenas a sua “obrigação”.

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