CMVM investiga abusos na venda de ações do BES

Os pequenos investidores compraram gato por lebre nas últimas 48 horas de vida do Banco Espírito Santo. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o polícia da bolsa, está a passar a pente fino todas as ordens de compra e venda relacionadas com ações do banco efetuadas entre quinta e sexta-feira - 31 de julho e 1 de agosto - e já concluiu que uma grande parte dos investidores institucionais se desfizeram dos títulos naquele período de tempo.

O despejo sistemático e massivo encontrou do outro lado pequenos e médios investidores dispostos a comprar e que, por isso, acabaram por ficar sem nada quando, no domingo à noite, 3 de agosto, o Banco de Portugal, em coordenação com o Governo, decidiu partir o BES ao meio, criando um banco bom, controlado pelo fundo de resolução, e um outro, mau, para onde foram remetidos todos os acionistas do BES.

Para a CMVM, presidida por Carlos Tavares, este mês e meio que passou desde esse momento fatídico serviu para tentar perceber se a queda do valor das ações do BES entre quinta-feira – o dia seguinte à apresentação dos prejuízos históricos – e sexta-feira a meio tarde, quando os títulos foram definitivamente suspensos, tinha alguma explicação além do natural efeito rebanho.

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