Época Gold: Aqui o design de interiores é um luxo

É nos hotéis, restaurantes e villas de luxo que a Época Gold tem os seus melhores clientes.

A Época Gold assenta numa marca própria de design de interiores e conceção de hotéis, restaurantes e villas. A empresa sediada em Paços de Ferreira é especializada na fabricação de mobiliário em madeira e responde por todo o processo, desde a sua conceção até à comercialização. José Rocha, administrador da Época Gold, explica que o conceito da empresa está “direcionado para a hotelaria de luxo”. “Estamos vocacionados para quatro e cinco estrelas. É o nosso target. Claro que se houver outras oportunidades pelo meio e se der para ganhar algum dinheiro nós estamos lá.”

Sem especificar o cliente, a Época Gold tem, entre os projetos mais emblemáticos, a conceção de uma mesa de 900 metros quadrados. José Rocha diz que se trata de “uma mesa imensa”. “Eu não conheço nada no mundo parecido com aquilo. À volta há 120 cadeiras e depois há uma segunda série com mais 480 cadeiras e ainda uma terceira com mais 5300 cadeiras. São coisas imensas, que não são para os mercados ditos normais”, refere o administrador da empresa, sublinhando que “o limite é a imaginação do cliente”.

Cerca de 98% das vendas da Época Gold destinam-se à exportação. A empresa atua em França, na Bélgica, em Espanha, Inglaterra e Itália. “As tentativas de internacionalização começaram há muito tempo”, explica José Rocha. E acrescenta: “Não estivemos à espera que o mercado caísse para ir à atrás do prejuízo. Desde que comecei com a empresa sempre pensei exportar”, diz. O primeiro salto foi dado em Espanha e “quando o mercado espanhol começou a cair houve a necessidade de procurar alternativas”. E foi o que a empresa fez. No último ano, as vendas cresceram nos mercados da Ásia Central (Turquemenistão e Azerbaijão). O Norte de África também é um mercado onde a Época Gold está presente. Expansão que continua como uma forte aposta, com a empresa de Paços de Ferreira a ter perspetivas de crescimento em novos mercados, a nível mundial, tais como a América Central (Cuba e Panamá) e África (Cabo verde e S. Tomé e Príncipe).

José Rocha entende que os “empresários têm de estar sempre a investir, para quando as coisas acontecerem, nós estarmos lá”, explica o administrador, para quem a Caixa Geral de Depósitos é um banco “que sempre nos apoiou”. “Apesar desta crise que atravessamos, a CGD foi sempre um banco que nos deu todo o apoio necessário. São extremamente abertos e é muito fácil trabalhar com eles”, explica José Rocha. A Época Gold não é um cliente muito antigo. O administrador confessa que a relação comercial com a Caixa existe “apenas há quatro anos”. “Tinha a ideia de que a Caixa Geral de Depósitos era um banco muito fechado. No entanto hoje, sinceramente – e nós trabalhamos com vários bancos -, a Caixa é um dos bancos com que mais me dá prazer trabalhar, por ser simples e rápido”, frisa.

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