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Já pode usar o telemóvel para fazer pagamentos em lojas

O sistema de pagamento por telemóvel SEQR já chegou a Portugal. A partir desta quarta-feira, qualquer pessoa que tenha um smartphone pode descarregar a aplicação e efetuar pagamentos em lojas recorrendo apenas ao telefone.

A aplicação estará, para já, disponível em 500 lojas em Portugal. McDonald’s, Companhia das Sandes, Loja das Sopas, Lanidor, Globe, NATA Lisboa e Science4You são algumas das marcas que já aderiram ao sistema. Até ao final do primeiro trimestre, o objetivo é atingir as 1500 marcas em Portugal, cobrindo a maioria das áreas de retalho, dos livros à roupa.

O funcionamento é simples. Depois de descarregar a aplicação, que é gratuita e está disponível para Android e iOS (estará disponível para Windows Phone em janeiro do próximo ano), só é preciso inserir os seus dados pessoais e autorizar o débito direto. Para fazer o pagamento numa caixa registadora, o utilizador faz o scan de um QR Code, disponível em cada loja, e insere um código PIN para finalizar o pagamento. A aplicação está também disponível para a tecnologia sem fios NFC (near field communication).

Para além de fazer os pagamentos, a SEQR permite ainda fazer transferências de dinheiro para contactos que estejam guardados no telefone, bem como armazenar os recibos. Mais: por cada compra que fizer utilizando este sistema, o utilizador recebe vales de desconto, que acumula na sua conta. Por exemplo, um pastel de nata e um café na NATA Lisboa vale 1 euro na conta.

Mais do que uma forma de fidelizar, “é uma forma de alterar o paradigma do pagamento“, diz ao Dinheiro Vivo João Pedro Duarte, country manager da SEQR em Portugal. “Tem de haver incentivos constantes para as pessoas se habituarem a pagar com o telemóvel e faz parte do nosso modelo de negócio ter um conjunto de ofertas em que as pessoas ganham dinheiro ao realizarem a compra”, disse.

As lojas também saem a ganhar, já que este sistema permite reduzir as comissões bancárias em 50%. O ganho para os comerciantes poderá ser ainda maior quando se fala de baixos valores, já que a aplicação não exige um valor mínimo de pagamento. “É possível pagar um café com este sistema e a loja não se ressente porque paga apenas a percentagem acordada”, diz o responsável.

A diferença entre este e outros métodos de pagamento móvel? “Somos a única solução que não tem um cartão associado, porque recorremos ao débito direto. Ao fazermos isto, excluímos três intermediários do processo de pagamento e minimizamos o custo da operação”, explica João Pedro Duarte.

Para 2015, o objetivo é que o sistema de pagamento esteja também disponível para parques de estacionamento e bombas de gasolina, adiantou ainda o responsável.

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