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Startup Pirates: A economia de partilha é uma das grandes tendências mundiais

A "sharing economy", economia de partilha, é uma das grandes tendências mundiais na área do <strong>empreendedorismo</strong>, disse hoje Inês Santos Silva, co-fundadora da <strong>Startup Pirates</strong>.

Esta manhã, no Porto, Inês sublinhou que, da experiência retirada dos programas de aceleração intensiva e inspiracional para empreendedores, lhe ensinaram que uma das grandes tendências mundiais na área do empreendedorismo é a partilha, dando exemplos de startups da área de car-sharing, por exemplo.

Desde a fundação do programa, em 2011, a Startup Pirates colaborou para a criação de 170 postos de trabalho e 4,8 milhões de investimento angariado pelas startups criadas.

“Tiramos as boas características dos piratas para criar negócios e startups, ao mesmo tempo que tentamos democratizar o acesso ao empreendedorismo, muito mais fácil hoje em dia”, disse Inês, co-fundadora da Startup Pirates, no 2º encontro do Ciclo de Conferências Portugal 2020, organizado a propósito do 3º aniversário do Dinheiro Vivo, que teve lugar esta manhã no Palácio do Freixo, no Porto.

No entanto, afirmou Inês, continuam a faltar programas de apoio – sobretudo de iniciativa privada – ao empreendedorismo em Portugal. “Precisamos de ajudar os empreendedores na capacitação”, acrescentou.

Piratas portugueses

A Startup Pirates é um programa de incubação com a duração de uma semana que permite aos fazedores poderem conhecer histórias de startups e entrar mais facilmente nos processos e nos desafios associados à criação de uma empresa. Além de Portugal, o programa está presente em 17 países de todo o mundo.

Leia mais: Conheça melhor a Startup Pirates aqui.

O projeto acompanhou os primeiros passos de startups como a Uniplaces ou a Beesweet, entre outras. “Isto é efetivamente português com ambição internacional“, afirma Inês, acrescentando que todos os dias lhe perguntam em que país se inspiraram para criar o conceito. Mas no que é que a Startup Pirates é diferente? Inês responde: “Diferente? Na forma como podemos ajudar.”

“Muita gente entra no nosso programa com uma ideia, mudam-na completamente e começam um negócio em nome próprio. Trabalhamos com muita gente que tem uma ideia de negócio, não tem equipa mas tem muita vontade de fazer acontecer”, explicou. Na Startup Pirates, os fazedores podem aprender metodologias e ferramentas, mais do que a maneira de fazer o melhor plano de negócios. “Não damos a chave de sucesso mas acesso a oportunidades.”, explicou.

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