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Vinho. Alvarinho em força nos Melhores Verdes 2019

Os cinco vinhos do ‘Best of Vinho Verde 2019’, escolhidos por um júri internacional, são todos da casta Alvarinho. Serão os embaixadores da região nos mercados de exportação

Já são conhecidos ‘Os Melhores Verdes’ de 2019. Das 291 amostras a concurso, avaliadas em prova cega, foram atribuídas 12 medalhas de ouro e 14 de prata. Ao júri internacional coube a escolha dos ‘Best of Vinho Verde’ do ano, os cinco vinhos que serão embaixadores da região nos mercados internacionais. E este ano a escolha recaiu, de forma unânime, na casta Alvarinho, da sub-região de Monção e Melgaço.

Valados de Melgaço Reserva Alvarinho 2017; Encosta dos Castelos Alvarinho 2018; Dom Ponciano Colheita Selecionada Alvarinho 2013; Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2017 e Portal do Fidalgo Alvarinho 2018 são os cinco ‘Best of Vinho Verde 2019’, escolhidos por críticos e provadores oriundos da Alemanha, Brasil, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos, Japão e Rússia, sete dos principais destinos de exportação do Vinho Verde. A edição de 2019, cujos prémios foram entregues esta quinta-feira à noite na Alfândega do Porto, no decorrer da gala anual promovida pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), ficou, ainda, marcada pelo aumento de 33% de inscrições de vinhos em prova de colheitas do ano 2016 ou anteriores, “a sublinhar o crescente potencial de guarda dos vinhos da região (cerca de 30 no total)”, refere a comissão em comunicado.

“A Região tem feito uma aposta crescente na promoção da marca Vinho Verde com um posicionamento que remete para vinhos de gama premium. Acabámos de lançar uma campanha que pretende conquistar o consumidor que valoriza vinhos mais estruturados, mais encorpados, mais complexos e com potencial de guarda”, destaca a directora de Marketing da CVRVV, Carla Cunha.

Já o presidente da comissão assume um “enorme orgulho” nos vinhos premiados, atendendo às condições exigentes da última campanha. “O último ano foi muito difícil, pois ninguém esquece o calor tremendo que tivemos no início de agosto e que muito afetou as colheitas. Porém, a região foi capaz de apresentar grandes vinhos. Uma referência especial para uma categoria que se afirma, a dos vinhos com mais de dois anos de estágio, que vem confirmar que os grandes Vinhos Verdes não precisam de ser bebidos no ano de produção. Aliás, só ganham com algum tempo de estágio”, sublinha Manuel Pinheiro.

 

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