Tecnologia

Evite estas marcas, se não quer smartphones ‘burros’

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.

O movimento Don’t Kill My App critica alguns dos principais fabricantes de smartphones da atualidade por ‘matarem’ as aplicações em segundo plano.

O que acontece quando muitas das aplicações que tem no smartphone deixam de executar? Os equipamentos perdem algumas das principais funcionalidades e ficam mais próximos da categoria dos telefones básicos. Sem aplicações a correr em segundo plano, parte da vertente ‘smart’ dos telemóveis deixa de fazer sentido.

Um novo movimento feito por programadores e que surgiu online, o Don’t Kill My App [Não mates a minha aplicação, em tradução livre], chama a atenção para as restrições que muitos fabricantes de smartphones estão a colocar no desempenho das aplicações para conseguirem garantir mais autonomia nos seus smartphones.

A iniciativa, citada já em vários meios da especialidade, elaborou uma lista daquelas que são as marcas mais agressivas na gestão da autonomia – e que portanto tornam os smartphones mais ‘burros’ – e também as menos agressivas. Uma lista que pode conferir na galeria em cima.

Leia também | Desinstale estas aplicações. Estão a ganhar dinheiro com os seus dados

O ranking foi feito com base em “múltiplas fontes”, sendo que um conjunto de programadores conhecidos como Urbandroid Team é quem contribui mais, mas recentemente também já reflete a experiência partilhada por outras plataformas, incluindo o Slack.

Além do ranking, na página do movimento os utilizadores vão encontrar soluções específicas para diferentes marcas de telemóveis por forma a contornar as restrições de desempenho que estão a ser impostas.

Veja mais sobre tecnologia em insider.dn.pt

Percorra a galeria de imagens acima clicando sobre as setas.
Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Ministro da Economia Pedro Siza Vieira, no Roteiro Automóvel, visitou a PSA e conduziu um dos carros fabricados em Mangualde.  (João Silva / Global Imagens )

Governo quer choque elétrico nas fábricas de automóveis

Ana Jacinto, secretária-geral da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) antes de uma entrevista, esta manhã nos estúdios TSF.
(Reinaldo Rodrigues/Global Imagens)

Ana Jacinto. Hotelaria e restauração precisam de mais de 40 mil trabalhadores

despedimentos coletivos

Despedimentos coletivos voltam a subir em 2019 e arrasam no Norte

Evite estas marcas, se não quer smartphones ‘burros’