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Lenovo emagrece portáteis e traz IA para continuar a crescer

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Pode ser uma marca chinesa, mas o design e a qualidade global têm-lhe valido prémios internacionais relevantes – dos prémios de design Red Dot aos iF International Forum Design.

A Lenovo conta com os conhecimentos e a experiência da divisão de computadores da IBM, que adquiriu em 2005. Os bons resultados e produtos são evidentes, naquela que é a segunda marca que mais vende computadores pessoais do mundo (está bem perto da primeira, a HP).

A Lenovo apresentou esta terça-feira os novos produtos para o mercado português que, espera a marca, possam manter o crescimento no país. A empresa não apresenta números de receitas e tem o negócio português junto ao espanhol.

Miguel Coelho, Business Manager da Lenovo em Portugal, explicou em conferência de imprensa que o mercado português tem um peso de 15% no negócio ibérico e na área do consumo, 2017 trouxe um crescimento de 42%. A quota aumentou, assim, de 11 para 16%. A área do consumo é rainha para a Lenovo, mas as vendas para as PME também estão a crescer (38% em 2017). O ano passado a Lenovo atingiu a primeira posição nos tablets.

Produtos elegantes e ‘inteligentes’

Onde é que está o core business para a Lenovo? Nos notebooks, tablets e portáteis de jogos, explicou Miguel Coelho. Os Lenovo 530 e 730 são as joias da coroa para 2018 e só chegam em maio a Portugal.

O aspeto cada vez mais premium e elegante é conseguido nos novos modelos também graças à redução da espessura e do peso, além do design premiado de que já falámos. A caneta Lenovo Active Pen 2 é outra aposta forte nos novos portáteis com 13 e 15 polegadas.

Pode conhecer melhor as novidades da marca na fotogaleria que colocamos por cima.

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