Tecnologia

Google vai ‘matar’ dois dos seus produtos mais mediáticos

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Tecnológica norte-americana volta a entrar no espírito das ‘limpezas de primavera’ e vai fechar dois produtos nos quais já apostou bastante.

Dois dos produtos mais mediáticos da Google dos últimos anos vão desaparecer já no dia 2 de abril: a aplicação de correio eletrónico Inbox by Gmail e a rede social Google+. Cada um no seu tempo foi uma grande aposta da gigante dos motores de busca e foram apontados, respetivamente, como o futuro dos emails e das redes sociais.

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A aplicação Inbox vai ser descontinuada depois de não ter conseguido atrair a atenção da esmagadora maioria dos utilizadores. Assim sendo, a Google optou por integrar algumas das melhores funcionalidades da Inbox no seu produto principal de correio eletrónico, o Gmail.

Anunciada em outubro de 2014, a aplicação Inbox era apresentada como a evolução do email como todos o conhecem, devido às alterações que o próprio correio eletrónico teve.

Mas a Inbox não é o único grande serviço da Google que vai despedir-se dos utilizadores já a 2 de abril: também a rede social Google+ vai ser descontinuada. Lançada em junho de 2011, foi mais uma tentativa da Google em combater o domínio que o Facebook mostrava no campo das redes sociais – na altura o MySpace já estava em queda.

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O Google+ trouxe funcionalidades interessantes, como o facto de os utilizadores poderem dividir os seus amigos por grupos ou conseguirem segmentar as publicações tendo em conta estes grupos.

A gigante norte-americana fez um esforço grande para ‘impingir’ o Google+ aos utilizadores – na prática quem tivesse uma conta Gmail passou a ter uma conta na rede social, o que ajudou a ‘engordar’ o número de utilizadores da plataforma para várias centenas de milhões. Mas como muitos diziam, o Google+ era um deserto – quando comparado com o Facebook, eram poucos os que lá publicavam conteúdo.

O passar dos anos deixou no esquecimento esta rede social, que voltou a ser falada no final de 2018. Uma grave falha de segurança expôs dados dos utilizadores, o que levou a Google a tomar a decisão de encerramento da plataforma.

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