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O teste dos testes: estabilizador de telemóvel da DJI à prova em parkour

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Levámos o novo DJI Osmo Mobile 2 para uma série de desafios radicais na modalidade de parkour. Veja o vídeo para ver como correu.

Chama-se Parkour foi desenvolvido inicialmente em França em meados dos anos 1980 e foi o nosso ponto de partida para pormos à prova o novo estabilizador de imagem para telemóvel da DJI. E o que é o parkour? O dicionário diz-nos: “Atividade recreativa e desportiva, praticada em áreas urbanas ou rurais, que consiste em deslocar-se o mais rápida e eficientemente de um ponto a outro usando habilidades atléticas para superar os obstáculos”.

Essa rapidez foi o tipo de teste que escolhemos para verificarmos as qualidades de estabilização de imagem do DJI Osmo Mobile 2. A DJI lançou já este ano o novo gimbal, pensado para estabilizar e dar suavidade às imagens que gravamos nas férias ou no dia a dia.

A marca chinesa DJI tem-se destacado nos drones, sendo conhecida pela sua qualidade e eficiência digna de ser usada pelos profissionais mais exigentes. No final de 2015 lançou o DJI Osmo, um estabilizador de imagem com câmara de filmar integrada. O preço era elevado e, por isso, a marca lançou já em 2016 a estabilizador de telemóveis, para quem quisesse filmar com estabilidade usando a câmara do seu próprio smartphone.

Preço bem mais acessível

O primeiro Osmo Mobile era de materiais nobres, de metal, e levou ao lançamento de muitos rivais bem mais baratos – o preço começou acima dos 300 euros. Com o lançamento da segunda geração agora em março, a DJI mudou algumas coisas, deu-lhe novas funcionalidades e passou a usar plástico, o que reduziu o preço para os 149 euros.

O modo de carregamento está mais fácil (agora é por cabo micro-USB), permite carregar ao mesmo tempo o smartphones e a autonomia subiu das 4 horas para as 15 horas. Impressionante. Passou a ser mais fácil, simples e rápido colocar o smartphone e embora tenha perdido um botão que centrava o aparelho, ganhou outro botão para fazer zoom suave sem ser necessário tocar no ecrã do telemóvel.

À base da dieta do plástico perdeu peso e está mais ágil e fácil de manusear. Vem com uma base que permite usá-lo como um mini tripé e podemos além de fazer o tal zoom, também podemos seguir objetos (o que nem sempre funciona na perfeição embora até use inteligência artificial) e fazer timelapses em movimento – que dá efeitos bem curiosos e com alguma espetacularidade.

Para todas estas funcionalidades é preciso usar a aplicação DJI GO, que nem sempre funciona na perfeição. Em algumas situações preferimos usar no nosso teste a aplicação de câmara do próprio iPhone X e Samsung Galaxy S9+ – os smartphones que usámos no desafio e que vamos por à prova em breve, em conjunto com o Huawei P20 Pro. Usando a aplicação da DJI parece, por vezes, os movimentos serem um pouco mais bruscos do que sem a aplicação.

Câmara ao alto: a pensar no Instagram!

O resultado final do uso do Mobile Osmo 2 é notável, pela suavidade das imagens que é possível gravar mesmo a correr ou em situações mais arrojadas como gravar sem tripé nem cuidados de maior alguém a fazer parkour. Chega a parecer uma ferramenta profissional.

Há uma grande diferença entre imagens com estabilizador e sem estabilizador, mesmo a gravar vídeos para o Instagram ou para as Insta Stories. Não lhe vai apetecer ver imagens tremidas, que podem mesmo causar alguma má disposição a quem vê. Com o estabilizador, que neste caso tem três eixos – o que lhe dá maior eficácia –, podemos fazer vídeos mais longos sem cansar a pessoa do outro lado. E agora há a possibilidade de por o telemóvel na vertical, algo pensado para o Instagram e Snapchat. Veja o vídeo para comprovar a estabilidade do Osmo Mobile 2 nos desafios que preparamos em parkour.

O Dinheiro Vivo agradece à academia Spot Real (a primeira academia de Parkour & FreeRunning de Portugal) e, em particular, ao instrutor Nuno Santos.

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