Rock in Rio

Rock in Rio 2018 anti-filas de espera com tecnologia da Vodafone

Roberta Medina apresentou o projeto Vodafone Digital Rock City para o Rock in Rio-Lisboa 2018.
Roberta Medina apresentou o projeto Vodafone Digital Rock City para o Rock in Rio-Lisboa 2018.

A Vodafone voltou a juntar-se ao Rock in Rio e lança uma plataforma estilo Smart City e uma app para evitar filas na roda gigante e no rappel.

É um dos temas da moda na área de tecnologia: as Smart Cities. O Rock in Rio-Lisboa mantém a aposta que começou na edição de 2016 e apresentou esta terça-feira mais soluções inteligentes. A 10 dias do arranque da 8ª edição do festival, a Vodafone Portugal anunciou o projeto de cariz tecnológico, Vodafone Digital Rock City.

Uma das grandes novidades deste ano é o chamado Smart Check-in. Os milhares de visitantes podem-se sentir verdadeiramente numa cidade inteligente, mesmo quando quiserem ir a atrações como a roda gigante ou o slide. A Vodafone tem uma aplicação para o evento que permite fazer inscrições nas principais atrações. É só fazer o registo, escolher a hora preferida e, diz a organização, isso vai permitir evitar horas de fila.

A aplicação para iOS e Android já está disponível, “mas só quando começar o evento é que os visitantes se podem inscrever”, explicou Roberta Medina na apresentação desta terça-feira. Esta ‘smart’ inscrição só é possível para quem está no recinto, “não vai dar para fazer inscrições do sofá lá de casa”. A entrada na atração, que terá uma zona para quem se inscreveu de forma remota, é feita através da própria app (de um QR Code) e, por isso, sem necessidade de assistentes.

IoT reduz geradores e consumo de energia

A organização manteve e expandiu ainda alguns dos projetos inteligentes no evento, ao ponto de ter conseguido passar dos 52 geradores de energia utilizados no último RiR 2016, para os 17 do evento deste ano. Estima-se, assim, uma poupança de 20% em consumo de energia. Para isso contribuíram várias das informações recolhidas através de sensores de Internet of Things (IoT). Este ano, o chamado Smart Energy inclui a medição dos consumos de energia e a gestão centralizada do abastecimento de rede, de forma que se gaste menos, mas nunca falte energia a bandas como Muse, Bruno Mars, The Killers ou The Chemical Brothers.

Há o Smart Water que, recorrendo a sensores colocados nos depósitos de abastecimento de água, permite fazer uma supervisão em tempo real da rede de água que abastece os quatro hectares do Parque da Bela Vista – sempre que os depósitos começam as esvaziar é feito o abastecimento de forma mais rápida e eficaz.

O Smart Air vai permitir não só saber a qualidade do ar em parâmetros como concentração de CO2, gases ou álcool (não será o consumido pelos visitantes, mas antes metano e outros tipos de gases), como ajudar na segurança na instalação e manutenção dos palcos mais altos. Com a monitorização da velocidade do vento, é possível verificar a melhor altura para fazer a manutenção do Palco Mundo, com 28 metros de altura.

Outra estreia este ano é o Vodafone On Board, não só com Wi-Fi gratuito nos autocarros com acesso ao Rock in Rio, mas também ecrãs para que os passageiros possam ver informação do festival e ouvir a sua playlist de música.

“Uma das grandes novidade é termos uma plataforma centralizada em que as informações de cada um dos sensores é reunida e permite tornar a gestão global mais eficiente”, explicou a responsável da Vodafone, Mafalda Dias. A Digital Enablement Platform (DEEP) terá um centro de comando operacional com monitores que o público do festival pode consultar e vai permitir centralizar a informação das soluções da chamada Internet of Things (IoT), permitindo que a informação em tempo real possa ter uma resposta imediata.

A ajudar a Vodafone Portugal na implementação destes sistemas está a empresa portuguesa de Aveiro especializada nas Cidades Inteligentes, ThinkDigital, de que já falámos aqui. O Rock in Rio-Lisboa 2018 começa no próximo dia 23 de junho, tendo os Muse como cabeça de cartaz.

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